KPI: entenda o que é e como aplicar nas empresas

Ferramentas para Monitorar KPIs

Os KPIs (Indicadores-Chave de Desempenho, do inglês Key Performance Indicators) são métricas utilizadas pelas empresas para avaliar o progresso em direção a objetivos específicos. Eles ajudam a identificar o que está funcionando, o que precisa ser ajustado e como os resultados podem ser otimizados.

Neste artigo, você entenderá o que é um KPI, qual sua importância, como defini-los e exemplos práticos de como aplicar em empresas de diferentes setores.

 

Ferramentas para Monitorar KPIs

 

O que é KPI?

O KPI é uma métrica estratégica usada para mensurar o desempenho de um processo, projeto ou até mesmo de uma empresa como um todo. Diferente de métricas genéricas, os KPIs são diretamente ligados às metas que precisam ser alcançadas.

Por exemplo:

•Uma loja online pode usar o KPI “Taxa de Conversão” para acompanhar o número de visitantes que realizaram compras.

•Uma indústria pode acompanhar o KPI “Tempo Médio de Produção” para garantir eficiência.

Os KPIs fornecem insights claros e objetivos, permitindo decisões baseadas em dados.

 

Qual a importância dos KPIs nas empresas?

Empresas de todos os tamanhos enfrentam desafios diários para atingir seus objetivos. Os KPIs ajudam a:

1.Definir Prioridades: Focam no que realmente importa para o sucesso do negócio.

2.Monitorar o Desempenho: Acompanham a evolução das metas em tempo real.

3.Tomar Decisões Baseadas em Dados: Reduzem suposições e aumentam a precisão estratégica.

4.Promover a Transparência: Compartilham resultados com equipes, criando engajamento e alinhamento.

Sem KPIs bem definidos, pode ser difícil saber se a empresa está realmente no caminho certo.

 

Como definir KPIs eficientes?

Nem toda métrica é um KPI. Para ser eficaz, um KPI deve ser:

1. Relevante

Deve estar alinhado diretamente aos objetivos estratégicos da empresa. Por exemplo, se o foco é aumentar vendas, um KPI relevante seria “Receita Gerada Mensalmente”.

2. Mensurável

Precisa ser representado por números claros e fáceis de interpretar.

3. Alcançável

Os KPIs devem desafiar a equipe, mas ser realistas.

4. Temporal

Devem ter um prazo específico para avaliação.

5. Simples

KPIs complicados podem confundir a equipe. Prefira indicadores diretos.

Exemplo Prático:

Imagine uma empresa de software que quer melhorar o atendimento ao cliente. Um KPI eficiente seria:

Objetivo: Melhorar a experiência do cliente.

KPI: Reduzir o “Tempo Médio de Resolução de Chamados” em 15% em 3 meses.

 

Exemplos de KPIs para diferentes áreas

1. Vendas

•Taxa de conversão.

•Valor médio por venda.

•Crescimento de receita mensal.

2. Marketing

•Custo por aquisição de cliente (CAC).

•Retorno sobre investimento (ROI) em campanhas.

•Engajamento em redes sociais.

3. Recursos Humanos

•Taxa de retenção de talentos.

•Tempo médio para contratação.

•Satisfação dos colaboradores (via pesquisas).

4. Operações

•Taxa de produção.

•Nível de desperdício.

•Cumprimento de prazos.

 

Ferramentas para monitorar KPIs

Acompanhar KPIs manualmente pode ser trabalhoso. Felizmente, ferramentas modernas tornam esse processo mais fácil:

Google Analytics: Para métricas digitais e de marketing.

BI: Permite criar painéis personalizados para visualizar dados em tempo real.

ERP (como o da CB Sistemas): Um ERP integra processos e facilita o acompanhamento de KPIs operacionais.

Uma boa prática é centralizar todos os indicadores em um dashboard visual para simplificar a análise.

 

Erros comuns ao trabalhar com KPIs

1. Escolher KPIs irrelevantes

Focar em métricas que não impactam diretamente as metas da empresa.

2. Exagerar na quantidade

Escolha poucos KPIs principais. Muitos indicadores podem dificultar a análise.

3. Não compartilhar com a equipe

Os KPIs devem ser acessíveis e compreensíveis para todos os envolvidos.

 

Como usar KPIs para melhorar os resultados?

Após definir e acompanhar os KPIs, o próximo passo é usar os dados para guiar ações.

Análise Regular: Compare resultados obtidos com metas.

Reuniões Periódicas: Discuta os indicadores com a equipe para identificar ajustes necessários.

Ações Corretivas: Se o KPI não está dentro do esperado, avalie os gargalos e implemente mudanças.

Exemplo prático:

Um e-commerce percebe que sua “Taxa de Abandono de Carrinho” está acima do esperado. Ao investigar, descobre que o frete alto é um problema. A solução? Criar campanhas promocionais para frete grátis em pedidos acima de um valor específico.

 

Conclusão

Os KPIs são ferramentas indispensáveis para empresas que desejam crescer com estratégia e eficiência. Ao definir indicadores alinhados às metas, as empresas conseguem avaliar e ajustar ações com base em dados reais.

Se sua empresa ainda não utiliza KPIs, comece agora mesmo! Ferramentas como os sistemas da CB Sistemas podem ajudar a simplificar esse processo e trazer mais clareza à gestão.

FAQ – perguntas frequentes sobre KPI

1. O que é um KPI na prática?

KPI é um indicador-chave que mede o desempenho de processos ou metas. Por exemplo, “Taxa de Conversão” em vendas mede o número de visitantes que viraram clientes.

2. Qual a diferença entre métricas e KPIs?

Enquanto métricas são dados gerais, os KPIs são métricas estratégicas diretamente ligadas às metas da empresa.

3. Quantos KPIs uma empresa deve ter?

O ideal é ter entre 3 e 5 KPIs principais para cada área ou projeto, evitando excesso de dados.

4. Por que os KPIs precisam ser mensuráveis?

Sem números claros, fica difícil avaliar se o desempenho está dentro do esperado.

5. Como alinhar KPIs à estratégia da empresa?

Defina objetivos claros e escolha indicadores que mostrem diretamente o progresso dessas metas.

6. Quais são os KPIs mais comuns em pequenas empresas?

Receita mensal, custo por aquisição de clientes e taxa de retenção são alguns exemplos frequentes.

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Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

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