Tutom 2.193, T3-Server 1.107, NFC-e 1.51, NF-e, 3.59, Tutom App 2.40.0, CB Mobile 2.40

Nesta versão há melhorias no desempenho, assim como ajustes e correções.

Pesquisa de Conta na Transferência entre Contas

Foi aperfeiçoado o comportamento da pesquisa de contas na tela Transferência entre Contas do sistema Tutom, localizada em Controle de Contas > Transferência entre Contas.

Exibição de Itens no Histórico do CBMobile

Foi ajustado o comportamento da tela Histórico no sistema CBMobile, responsável por exibir os registros de histórico vinculados aos clientes.
Anteriormente, o aplicativo apresentava apenas os itens referentes ao HISTORICO do cliente, diferindo do comportamento do sistema Tutom, que exibe todos os registros vinculados (Botão Vincula CNPJ).
Com o ajuste, o CBMobile passou a considerar todos os históricos vinculados do cliente, garantindo a exibição completa e consistente das informações em relação ao histórico apresentado no Tutom.

Duplicidade de Itens no Histórico do CBMobile

Foi ajustado o comportamento da tela Histórico no sistema CBMobile, que apresentava duplicidade de itens em alguns registros.
O problema ocorria em situações onde o cliente possuía vínculo de histórico com outro cliente, fazendo com que os itens fossem exibidos em duplicidade.
O ajuste garante que o histórico apresente corretamente os itens vinculados entre clientes relacionados, mantendo a consistência com o funcionamento da rotina de histórico do sistema Tutom.

Lançamento de NF Complementar de CT-e

Foi ajustado o comportamento da rotina de Entrada de NF do sistema Tutom, localizada em Estoque > Entrada de NF, para permitir o correto lançamento de CT-e Complementar.

 

Foi criado documentação para auxiliar no processo de entrada de CT-e complementar Entrada de Nota Fiscal Complementar de CT-e

Com isso poderá gerar o registro D190 no SPED Fiscal para notas complementares de CT-e.

Pagamento a Fornecedores

Foram realizadas melhorias na rotina de Pagamento a Fornecedores do sistema Tutom, localizada em A Pagar > Pagamento a Fornecedores > Configura Conta Pagamento.
As alterações contemplam ajustes nos cálculos e comportamentos da tela, aprimorando o processo de conferência e execução de pagamentos.
Entre as melhorias implementadas, destacam-se:

  • Correção do cálculo do valor considerando descontos e acréscimos;

  • Ajuste do filtro de Conferência de Obrigação, que agora inicia corretamente e desconsidera juros e multa no valor pesquisado;

  • Otimização do desempenho do filtro de Programação de Pagamento e exclusão de registros com tipo de pagamento “A Definir”;

  • Correção da sequência de remessas;

  • Ajuste no comportamento do card do banco, que agora abre apenas uma vez a tela de pagamentos;

  • Correção do processo de baixa manual, garantindo que os títulos baixados sejam corretamente removidos do kanban apenas quando todos os registros relacionados forem liquidados;

Pagamento a Fornecedores

Foram realizadas melhorias na rotina de Pagamento a Fornecedores do sistema Tutom, localizada em A Pagar > Pagamento a Fornecedores > Executa Pagamento (Padrão).

Ao abrir a tela foi ajustado para retornar apenas os dados necessários, resultando em um melhor desempenho e maior agilidade no carregamento da tela.

FT-395

Duplicidade na Adição de Forma de Pagamento no Caixa

Verificado no sistema Tutom, no menu Faturamento > Caixa > Recebimento, que ao adicionar uma forma de pagamento no recebimento do caixa, o sistema estava incluindo o mesmo registro de forma duplicada.
Foi realizado ajuste para impedir a duplicidade, garantindo que cada forma de pagamento seja adicionada apenas uma vez por operação.

Layout do Recibo do Tutom NFC-e

Ajustado o layout do recibo do Tutom NFC-e para considerar corretamente todos os encargos e descontos aplicados, garantindo que o valor exibido reflita o valor final do pagamento.

Travamento NFC-e Vendas em Cartão

Foi corrigido o processo de inicialização do Tutom NFC-e.

Durante a inicialização, o sistema verifica se existe uma transação TEF pendente. Conforme alinhado com as normas do PAF, quando ocorre travamento ou fechamento inesperado da aplicação, a transação TEF que estava em andamento deve ser cancelada automaticamente no próximo início da aplicação.
Se for uma transação já abortada ou negada, o sistema ira prosseguir com a inicialização normalmente.

Entrada de NF com múltiplas tags GCred por produto

Foi identificado no Tutom que, ao processar o XML da nota fiscal no menu Estoque > Entrada de NF, o sistema estava validando a existência de mais de uma tag GCred por produto e retornando erro, impedindo a finalização da entrada da NF.
Foi ajustado o processo de leitura e validação do XML para permitir múltiplas ocorrências da tag GCred quando presentes no documento fiscal.

Erro na Importação do Tintométrico

Foi identificado um problema no processo de importação de dados do fabricante no Tintométrico que gerava inconsistências na composição das tintas. Após a importação, alguns colorantes eram associados incorretamente a fórmulas de outros fornecedores.
A rotina de importação foi corrigida para validar o fornecedor de cada colorante presente na fórmula. Caso o colorante importado não pertença ao mesmo fornecedor da fórmula, o sistema passa a localizar o registro correto no banco e realizar a substituição apropriada, garantindo integridade e consistência das fórmulas após a importação.

Foi ajustado o processo interno responsável pela invalidação de cache, que estava causando inconsistências na comunicação do T3Server.
Essa rotina é totalmente interna e não envolve interação do usuário, mas impactava o funcionamento geral do serviço quando ocorriam falhas na limpeza do cache.

Caracteres especiais na mensagem de instrução do arquivo de remessa

Faturamento > Emissão de Boletos (Nova) > Geração de Remessa

Foi identificado que a mensagem de instrução configurada na conta/carteira estava sendo registrada com caracteres especiais no arquivo de remessa.

Realizado o ajuste no processo de geração da remessa para garantir que as mensagens sejam gravadas com a codificação correta, preservando acentos e caracteres especiais conforme cadastrados

O processo responsável pela criação da remessa foi ajustado para considerar corretamente o layout configurado no cadastro bancário, garantindo que a geração respeite o modelo CNAB400 quando esta opção estiver definida.

Foi identificado que, ao utilizar a função Reinicializar BD do CB Mobile, o aplicativo deixa de funcionar após a conclusão do processo. Ao fechar e abrir novamente o app, ele não inicializa e exibe a mensagem de erro. Após esse erro, o aplicativo é finalizado automaticamente, sendo necessária a reinstalação completa para restaurar o funcionamento.

Os ajustes necessários foram mapeados para corrigir o processo de reinicialização do banco de dados sem exigir reinstalação completa do app.

Entrada de NF. O processo de validação foi ajustado para contemplar corretamente as situações de devolução própria, garantindo que a comparação dos produtos seja realizada de forma adequada antes de permitir a finalização da entrada da NF.

Limite incorreto de caracteres no filtro de NCM

Foi identificado que, ao utilizar o filtro de NCM nas novas telas de tributação, o sistema limitava a pesquisa a no máximo 6 caracteres, impedindo a busca completa de códigos NCM válidos (que possuem 8 dígitos).

O processo de entrada e validação do campo foi ajustado para permitir a digitação do número total de caracteres necessários para a pesquisa correta do NCM.

Tempo de autorização das NFC-e

Foram realizadas diversas otimizações para aprimorar o desempenho do processo de autorização das NFC-e.

Exibir “Tipo de Preço” no item do layout do Orçamento e Pedido (CB Mobile)

Rotina personalizada configuração mediante consultoria.
Implementada no CB Mobile a exibição do código do Tipo de Preço utilizado em cada item do orçamento e pedido, seguindo o mesmo padrão já existente no sistema Tutom.

A informação do Tipo de Preço passa a ser apresentada logo abaixo do código/referencia do produto em cada linha do orçamento.

Ajuste na validação de produtos em notas de transferência entre filiais

Ao lançar uma entrada de NF em Estoque > Entrada de NF, o Tutom realiza a validação do relacionamento entre o código do produto do fornecedor e o cadastro interno do item.

Porém, foi identificado que, em notas de transferência entre filiais, onde o fornecedor é a própria empresa, o sistema exibia mensagens de validação que não se aplicam a esse tipo de operação.

O processo foi aprimorado para suprimir essas mensagens apenas nas operações de transferência entre filiais, mantendo a validação íntegra para notas de fornecedores externos.

Erro ao duplicar título no módulo a Receber

Após gerar uma NFC-e ao tentar duplicar o título no Tutom pelo menu A Receber > Cadastra Título, o sistema apresentava erro durante o processo de duplicação.

A validação foi ajustada para permitir a duplicação correta dos títulos gerados pelo NFC-e, evitando falhas ao carregar as informações originais do título.

Nomenclatura automática dos arquivos de remessa (Sicredi)

Faturamento > Emissão de Boletos (nova) > Geração de Remessa

Implementado processo automático para definição do nome do arquivo de remessa quando o banco configurado for Sicredi.
O sistema agora gera o nome do arquivo seguindo o padrão:

 
 
<código do cedente sem dígito><inicial do mês><dia em duas casas>.crm

Exemplo:
Cedente 12345-6, data 05/0312345M05.crm

Observação:
Caso uma nova remessa seja gerada no mesmo dia, o arquivo anterior será substituído.

Melhoria – Comportamento do campo numérico na Tela de Recebimento

Após os ajustes realizados, todos os campos numéricos configurados como apenas leitura passam a aceitar valores negativos corretamente, com a formatação tratada de forma consistente.

Melhoria – Responsividade na Tela de Recebimento
Faturamento > Caixa > Tutom Checkout > Recebimento

Ao reduzir o tamanho da janela, o campo Documento era sobreposto pelos demais campos, prejudicando a visualização e usabilidade.
Aplicado correção na responsividade da tela, evitando sobreposição dos campos ao reduzir o tamanho da janela.

Resumo da Atualização — Reforma Tributária de Consumo (RTC)

Objetivo da Atualização

Esta atualização prepara o sistema para estar em conformidade com as regras de tributação exigidas pela Reforma Tributária de Consumo (RTC). Ela introduz parametrizações específicas para tratar a tributação de produtos e serviços com base nas classificações fiscais definidas pelo governo.

 

Principais Alterações no Sistema

1. Higienização e Parametrização Inicial

Antes de usar as novas funcionalidades, é necessário revisar o cadastro de produtos para garantir que:

  • o GTIN esteja correto;

  • o NCM esteja devidamente preenchido.

Isso garante que o sistema consiga aplicar corretamente as regras fiscais da RTC.

2. Novas Telas de Cadastro

Foram adicionadas novas telas de cadastro para parametrização da tributação:

Operações Fiscais

  • Permite cadastrar os tipos de operações (como vendas, transferências etc.).

  • Possui campo para definir a Classificação Tributária Padrão para cada operação.

  • Esse padrão é usado quando não existe definição específica por produto ou NCM.

Reforma Tributária Consumo – NCM

  • Permite associar Classificações Tributárias por operação fiscal para cada NCM (código fiscal de mercadorias).

  • Atua como uma regra geral quando não há cadastro mais específico por produto.

Tributos RTC por Produto

  • Novo botão no cadastro do produto (Tributo RTC).

  • Permite definir um ou mais tributos específicos por operação fiscal para o produto.

  • Usa-se quando produtos com mesmo NCM têm tratamentos fiscais diferentes.

Reforma Tributária Consumo – NBS (Serviços)

Esta tela ainda é focada apenas no cadastro de serviços via NBS, e a parametrização para cálculo será evoluída em próximas entregas. Por enquanto, o uso é apenas para definir e gerenciar os códigos NBS com suas classificações tributárias por operação fiscal.

 

Como o Sistema Determina a Tributação

O sistema segue a seguinte ordem para aplicar a classificação tributária em um documento:

  1. Produto — se existir classificação por produto para aquela operação fiscal.

  2. NCM — se não houver no produto, busca no cadastro de NCM.

  3. Operação Fiscal — se nada estiver parametrizado, usa o padrão da operação fiscal.

Essa hierarquia garante flexibilidade e precisão no enquadramento tributário.

 

Onde Encontrar as Telas no Sistema

Todos os novos cadastros estão acessíveis via:

Menu: Cadastros > Nota Fiscal >

  • Operações Fiscais

  • Reforma Tributária Consumo – NCM

  • Código NBS

  • Reforma Tributária Consumo – NBS

Menu: Cadastros > Produtos >

  • Tributos RTC

 

Material de Apoio

Guias e documentação disponíveis

  • Cada tela possui orientações de uso no próprio Portal Apoio ao Usuário e no ícone de Ajuda disponível nas opções da tela.

  • Recomendamos que os usuários responsáveis pela parametrização consultem:

    • Passo a passo das parametrizações;

    • Exemplos de classificações tributárias;

    • Materiais adicionais da reforma tributária disponíveis no wiki interno da CB.

    • Orientação de sua contabilidade quanto as tributações.

 

Links de Apoio:

Parametrização para a Reforma Tributária Consumo (RTC)

Operações Fiscais

Reforma Tributária Consumo – NCM

Tributos RTC Produto

Reforma Tributária Consumo – NBS

Código NBS

Gerenciador Fila da NF-e

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Força de vendas: o que é, como funciona e como impulsiona empresas

Força de vendas: o que é, como funciona e como impulsiona empresas

A força de vendas é um dos pilares mais importantes para o crescimento sustentável de qualquer empresa. Mais do que vender, ela conecta o negócio ao mercado, entende o cliente, gera oportunidades e sustenta a previsibilidade de receita. Quando bem estruturada, a força de vendas deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica.

Neste artigo, você vai entender o que é força de vendas, como funciona na prática e como uma força de vendas bem organizada ajuda empresas a crescer com mais controle, eficiência e resultado.

Equipe de força de vendas analisando estratégias comerciais

 

O que é força de vendas

A força de vendas é o conjunto de pessoas, processos e ferramentas responsáveis por levar os produtos ou serviços da empresa até o cliente. Ela envolve desde o primeiro contato comercial até o fechamento da venda e, em muitos casos, também o acompanhamento pós-venda.

Não se trata apenas de vendedores. A força de vendas inclui:

  • Vendedores internos e externos

  • Representantes comerciais

  • Pré vendas e SDRs

  • Gestores comerciais

  • Processos definidos de abordagem e negociação

  • Ferramentas que apoiam o processo comercial

Em empresas mais maduras, a força de vendas atua integrada com marketing, financeiro e operações, garantindo crescimento com organização e margem.

 

Como funciona a força de vendas na prática

Na prática, a força de vendas funciona como um fluxo contínuo, transformando oportunidades em receita. Esse fluxo costuma seguir etapas bem definidas.

Força de vendas em abordagem consultiva com cliente

Prospecção e geração de oportunidades

Tudo começa pela identificação de potenciais clientes. A prospecção pode acontecer por diferentes canais:

  • Indicações de clientes atuais

  • Leads gerados pelo marketing

  • Prospecção ativa

  • Reativação de clientes inativos

Aqui, o foco é qualidade. Uma força de vendas eficiente não tenta vender para todo mundo, mas para quem realmente tem perfil para comprar.

Abordagem e entendimento da necessidade

Após o primeiro contato, o vendedor precisa entender o cenário do cliente. Quanto mais claro estiver o problema ou a necessidade, maior a chance de uma venda bem-sucedida.

Nesse momento, entram habilidades como escuta ativa, diagnóstico e construção de valor. Vender não é empurrar produto, é ajudar o cliente a tomar uma decisão melhor.

Proposta e negociação

Com a necessidade bem mapeada, a força de vendas apresenta a solução. Entram em cena preço, prazo, condições comerciais e diferenciais.

Uma boa negociação preserva margem, demonstra valor e reduz objeções, criando confiança entre as partes.

Fechamento e acompanhamento

O fechamento é consequência de um processo bem conduzido. Em muitas empresas, a força de vendas também acompanha o cliente após a venda, garantindo satisfação e identificando novas oportunidades.

Esse acompanhamento fortalece o relacionamento e aumenta o valor do cliente ao longo do tempo.

 

Tipos de força de vendas

Nem toda empresa precisa do mesmo modelo de força de vendas. A estrutura ideal depende do tipo de negócio, do ciclo de venda e do perfil do cliente.

Força de vendas interna

É formada por vendedores que atuam de dentro da empresa, utilizando telefone, WhatsApp, e-mail ou videoconferência.

Esse modelo costuma ter menor custo e maior escala, sendo eficiente para vendas recorrentes ou consultivas de médio valor.

Força de vendas externa

A força de vendas externa atua presencialmente, visitando clientes e mantendo relacionamento próximo. É comum em empresas que vendem para varejo físico, distribuidores e indústrias.

Apesar do custo operacional maior, esse modelo costuma gerar maior taxa de conversão em vendas mais complexas.

Modelo híbrido de força de vendas

Cada vez mais comum, combina vendas internas e externas. Parte do processo acontece remotamente, e a visita presencial ocorre quando realmente agrega valor.

Esse modelo aumenta eficiência e melhora o aproveitamento do tempo da equipe.

 

Como a força de vendas ajuda uma empresa a crescer

Uma força de vendas bem estruturada impacta diretamente diversos indicadores do negócio.

Aumento de faturamento com previsibilidade

Quando a empresa entende seu funil de vendas, passa a prever resultados. Isso permite planejar estoque, equipe, investimentos e fluxo de caixa com mais segurança.

Vendas deixam de ser surpresa e passam a ser gestão.

Melhoria no relacionamento com clientes

Uma força de vendas organizada registra histórico, preferências e negociações. Isso gera atendimentos mais personalizados e aumenta a fidelização.

Cliente bem atendido compra mais e indica.

Redução de desperdícios e retrabalho

Sem processo, cada vendedor trabalha de um jeito. Com processo, a empresa reduz erros, retrabalho e negociações desalinhadas.

Resultado: mais produtividade e menos custo oculto.

Decisões baseadas em dados

Com dados de vendas bem organizados, a gestão consegue responder perguntas essenciais:

  • Quais produtos vendem mais

  • Quais clientes são mais rentáveis

  • Onde estão as maiores oportunidades

  • Onde o time está perdendo vendas

Decidir com base em dados é sempre mais seguro do que decidir por intuição.

 

O papel da tecnologia na força de vendas

Gestão da força de vendas com apoio da tecnologia

Hoje, é praticamente impossível falar em força de vendas eficiente sem tecnologia. Sistemas de gestão ajudam a centralizar informações, organizar processos e dar visibilidade para a gestão.

Com apoio tecnológico, a força de vendas consegue:

  • Consultar histórico de clientes rapidamente

  • Emitir orçamentos com agilidade

  • Acompanhar pedidos e comissões

  • Integrar vendas com estoque e financeiro

  • Reduzir erros manuais

Além disso, a gestão passa a enxergar o desempenho comercial em tempo real, ajustando estratégias antes que pequenos problemas se tornem grandes prejuízos.

 

Força de vendas externas e o uso de aplicativos de vendas

A força de vendas externas exige ainda mais organização e agilidade. Vendedores que estão em campo precisam acessar informações com rapidez, registrar pedidos corretamente e manter tudo sincronizado com a empresa.

Nesse cenário, o uso de aplicativos de vendas externas se torna um diferencial competitivo importante.

Com um aplicativo integrado ao sistema de gestão, o vendedor externo consegue:

  • Consultar cadastro e histórico de clientes

  • Visualizar produtos, preços e condições comerciais

  • Emitir pedidos no momento da venda

  • Evitar anotações manuais e retrabalho interno

  • Agilizar o atendimento ao cliente

Ao mesmo tempo, a empresa passa a ter visibilidade em tempo real das vendas realizadas fora do escritório.

CB Mobile como apoio à força de vendas externas

Para empresas que trabalham com vendedores externos, o CB Mobile é um aplicativo desenvolvido para apoiar a força de vendas em campo. Ele permite que pedidos sejam realizados diretamente no cliente, com integração ao ERP Tutom.

Na prática, isso significa que informações de vendas, clientes e produtos ficam centralizadas, evitando divergências entre o que foi vendido em campo e o que chega ao financeiro, ao estoque e ao faturamento.

O CB Mobile contribui para:

  • Mais agilidade no processo de vendas

  • Redução de erros operacionais

  • Aumento da produtividade da equipe externa

  • Melhor experiência para o cliente

  • Mais controle sobre o processo comercial

Quando a tecnologia apoia a força de vendas, o vendedor vende melhor e a gestão ganha previsibilidade e tranquilidade.

 

Força de vendas forte exige gestão constante

Um erro comum é acreditar que basta contratar bons vendedores. Sem metas claras, indicadores e acompanhamento, até profissionais experientes perdem desempenho.

Uma força de vendas eficiente exige:

  • Metas bem definidas

  • Indicadores claros

  • Treinamento contínuo

  • Processos documentados

  • Ferramentas adequadas

Quando esses elementos estão alinhados, o time vende mais, com menos esforço e mais consistência.

 

Força de vendas organizada gera crescimento sustentável

Empresas que crescem de forma saudável não dependem apenas de talento individual. Elas constroem processos, utilizam dados e apoiam a força de vendas com tecnologia.

Organização comercial não engessa. Pelo contrário, ela dá liberdade para vender melhor.

Se a sua empresa busca mais controle, previsibilidade e eficiência comercial, vale analisar como sua força de vendas está estruturada hoje e se as ferramentas utilizadas acompanham esse crescimento.

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

Fundada em Blumenau, no ano de 1993, a CB Sistemas é uma das principais empresas de tecnologia do setor. Somos especialistas em desenvolvimento de Sistemas de Gestão Empresarial ERP. 

Somos uma empresa de TI de Blumenau para o mundo.