Tutom 2.172, T3-Server 1.85, NFC-e 1.33

Veja novidades e melhorias nas versões abaixo:

Ajustado para após o cancelamento de uma nota, ser reutilizado a numeração na NF cancelada.

Ajustado para T3-Server conseguir realizar atualização dos códigos NCM de forma automática.

 

Ajustada rotina de Entrada de NF com XML para cadastrar automaticamente uma transportadora a partir dos dados do XML. Quando não forem encontrados dados de nome, endereço, município e UF, os dados do destinatário serão utilizados. Além disso, foi adicionado ao nome da transportadora “Atualizar Cadastro” para indicar que necessita atualização. No entanto, é necessário atualizar o cadastro manualmente, pois o XML não contém todos os dados completos.

Ajustado para que o NFC-e utilize o peso correto da balança Toledo PRIX 3.

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ERP + tintométrico: fim do desperdício de pigmentos

ERP + tintométrico: fim do desperdício de pigmentos

O ERP + tintométrico é uma combinação cada vez mais estratégica para lojas de tintas que querem reduzir perdas operacionais. A formulação manual ou desconectada do sistema de gestão aumenta o risco de erros na dosagem de pigmentos, retrabalho e descarte de produtos.

Além do prejuízo direto, o problema afeta estoque, margem e experiência do cliente. Uma cor preparada incorretamente pode significar tinta inutilizada, insatisfação do consumidor e perda de credibilidade.

Por isso, integrar o sistema tintométrico ao ERP deixou de ser apenas automação. Hoje é uma ferramenta essencial para proteger o lucro e melhorar a gestão da loja.

integração ERP + tintométrico no sistema de preparação de tintas

 

ERP + tintométrico: como essa integração reduz desperdício

A integração entre ERP + tintométrico conecta a preparação de cores ao sistema de gestão da empresa. Na prática, o operador seleciona a fórmula no sistema e o equipamento executa a dosagem com precisão.

Esse processo reduz drasticamente falhas comuns como:

  • Erro humano na leitura da fórmula

  • Dosagem incorreta de pigmentos

  • Escolha errada da base de tinta

  • Falta de registro da cor preparada

Com o fluxo integrado, cada preparação fica registrada automaticamente no sistema.

Resultado: mais controle, menos desperdício e decisões de compra mais inteligentes.

 

ERP + tintométrico evita erro humano na dosagem

Um dos maiores problemas no balcão de uma loja de tintas é o erro na formulação.

Basta um pequeno desvio na quantidade de pigmento para comprometer totalmente a cor final. Quando isso acontece, normalmente existem apenas duas alternativas:

  • refazer a fórmula

  • descartar o produto preparado

Com a integração entre ERP + tintométrico, o operador seleciona a cor no sistema e o equipamento recebe os parâmetros automaticamente.

Benefícios diretos:

  • precisão na dosagem

  • padronização da produção de cores

  • redução de retrabalho

  • maior velocidade no atendimento

Assim, o processo deixa de depender da memória ou da experiência do operador.

 

Histórico de cores personalizadas aumenta a fidelização

Outro ganho importante da integração é o registro automático das cores preparadas.

Quando um cliente solicita novamente a mesma tonalidade meses depois, o sistema consegue recuperar o histórico rapidamente.

Isso permite:

  • reproduzir a mesma cor com precisão

  • consultar pedidos anteriores

  • identificar preferências do cliente

  • agilizar novos atendimentos

Na prática, o cliente percebe consistência no serviço e tende a voltar à mesma loja quando precisa de novas tintas.

Ou seja, o histórico de cores se transforma em um ativo comercial importante.

 

Controle separado de bases e corantes melhora o estoque

Uma loja de tintas possui uma dinâmica de estoque diferente de outros comércios.

Isso acontece porque existem dois componentes principais na preparação:

  • bases de tinta

  • corantes/pigmentos

Quando o processo não está integrado ao ERP, muitas vezes o controle ocorre de forma manual ou aproximada. Isso gera problemas como:

  • falta inesperada de pigmentos

  • excesso de determinadas bases

  • dificuldade para calcular custos reais

Com o ERP integrado ao tintométrico, cada formulação pode registrar automaticamente o consumo de insumos.

Assim, o sistema passa a acompanhar:

  • consumo de pigmentos

  • consumo de bases

  • giro de cada insumo

  • necessidade de reposição

O resultado é um estoque mais confiável e menos capital parado.

 

Mais controle operacional no balcão da loja

Quando todos os dados passam pelo sistema de gestão, o lojista ganha visibilidade sobre a operação.

Alguns indicadores passam a ficar mais claros:

  • cores mais vendidas

  • consumo médio de pigmentos

  • desperdícios por período

  • produtos mais rentáveis

Essas informações ajudam o gestor a tomar decisões melhores sobre compras, mix de produtos e reposição de insumos.

Em vez de trabalhar apenas com percepção ou experiência, a loja passa a trabalhar com dados reais da operação.

 

Exemplo prático

Imagine uma loja de tintas que prepara cerca de 40 cores personalizadas por dia.

Antes da integração, pequenos erros de formulação geravam em média 2 preparações descartadas diariamente.

Considerando o custo das bases e pigmentos, isso representava perda financeira recorrente.

Após integrar ERP + tintométrico:

  • a fórmula passou a ser enviada automaticamente ao equipamento

  • cada preparação ficou registrada no sistema

  • o histórico de cores dos clientes foi armazenado

Resultado:

  • redução significativa de desperdício

  • atendimento mais rápido

  • clientes voltando para repetir cores anteriores

 

Checklist para implementar ERP + tintométrico na loja

Antes de integrar os sistemas, vale verificar alguns pontos importantes:

  • Mapear o fluxo atual de preparação de cores

  • Identificar equipamentos tintométricos utilizados

  • Padronizar cadastro de bases e pigmentos

  • Definir responsáveis pelo processo

  • Treinar a equipe de atendimento

  • Garantir registro das formulações no sistema

  • Monitorar indicadores de desperdício após implantação

Esse checklist ajuda a garantir que a integração gere ganhos reais na operação.

 

Conclusão

O desperdício de pigmentos é um problema silencioso em muitas lojas de tintas. Pequenos erros de formulação, quando repetidos diariamente, podem gerar perdas relevantes ao longo do tempo.

A integração entre ERP + tintométrico reduz falhas humanas, melhora o controle de insumos e registra o histórico de cores dos clientes. Além de diminuir perdas, o sistema ajuda a padronizar processos e melhorar o atendimento.

Para o gestor, isso significa mais previsibilidade operacional e maior proteção da margem de lucro.

 

Quer entender como um ERP pode ajudar a organizar processos, melhorar o controle de estoque e apoiar a operação da sua loja?

Conheça o ERP Tutom e veja como ele pode contribuir para uma gestão mais eficiente.
Agende uma demonstração e avalie na prática.

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Força de vendas: o que é, como funciona e como impulsiona empresas

Força de vendas: o que é, como funciona e como impulsiona empresas

A força de vendas é um dos pilares mais importantes para o crescimento sustentável de qualquer empresa. Mais do que vender, ela conecta o negócio ao mercado, entende o cliente, gera oportunidades e sustenta a previsibilidade de receita. Quando bem estruturada, a força de vendas deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica.

Neste artigo, você vai entender o que é força de vendas, como funciona na prática e como uma força de vendas bem organizada ajuda empresas a crescer com mais controle, eficiência e resultado.

Equipe de força de vendas analisando estratégias comerciais

 

O que é força de vendas

A força de vendas é o conjunto de pessoas, processos e ferramentas responsáveis por levar os produtos ou serviços da empresa até o cliente. Ela envolve desde o primeiro contato comercial até o fechamento da venda e, em muitos casos, também o acompanhamento pós-venda.

Não se trata apenas de vendedores. A força de vendas inclui:

  • Vendedores internos e externos

  • Representantes comerciais

  • Pré vendas e SDRs

  • Gestores comerciais

  • Processos definidos de abordagem e negociação

  • Ferramentas que apoiam o processo comercial

Em empresas mais maduras, a força de vendas atua integrada com marketing, financeiro e operações, garantindo crescimento com organização e margem.

 

Como funciona a força de vendas na prática

Na prática, a força de vendas funciona como um fluxo contínuo, transformando oportunidades em receita. Esse fluxo costuma seguir etapas bem definidas.

Força de vendas em abordagem consultiva com cliente

Prospecção e geração de oportunidades

Tudo começa pela identificação de potenciais clientes. A prospecção pode acontecer por diferentes canais:

  • Indicações de clientes atuais

  • Leads gerados pelo marketing

  • Prospecção ativa

  • Reativação de clientes inativos

Aqui, o foco é qualidade. Uma força de vendas eficiente não tenta vender para todo mundo, mas para quem realmente tem perfil para comprar.

Abordagem e entendimento da necessidade

Após o primeiro contato, o vendedor precisa entender o cenário do cliente. Quanto mais claro estiver o problema ou a necessidade, maior a chance de uma venda bem-sucedida.

Nesse momento, entram habilidades como escuta ativa, diagnóstico e construção de valor. Vender não é empurrar produto, é ajudar o cliente a tomar uma decisão melhor.

Proposta e negociação

Com a necessidade bem mapeada, a força de vendas apresenta a solução. Entram em cena preço, prazo, condições comerciais e diferenciais.

Uma boa negociação preserva margem, demonstra valor e reduz objeções, criando confiança entre as partes.

Fechamento e acompanhamento

O fechamento é consequência de um processo bem conduzido. Em muitas empresas, a força de vendas também acompanha o cliente após a venda, garantindo satisfação e identificando novas oportunidades.

Esse acompanhamento fortalece o relacionamento e aumenta o valor do cliente ao longo do tempo.

 

Tipos de força de vendas

Nem toda empresa precisa do mesmo modelo de força de vendas. A estrutura ideal depende do tipo de negócio, do ciclo de venda e do perfil do cliente.

Força de vendas interna

É formada por vendedores que atuam de dentro da empresa, utilizando telefone, WhatsApp, e-mail ou videoconferência.

Esse modelo costuma ter menor custo e maior escala, sendo eficiente para vendas recorrentes ou consultivas de médio valor.

Força de vendas externa

A força de vendas externa atua presencialmente, visitando clientes e mantendo relacionamento próximo. É comum em empresas que vendem para varejo físico, distribuidores e indústrias.

Apesar do custo operacional maior, esse modelo costuma gerar maior taxa de conversão em vendas mais complexas.

Modelo híbrido de força de vendas

Cada vez mais comum, combina vendas internas e externas. Parte do processo acontece remotamente, e a visita presencial ocorre quando realmente agrega valor.

Esse modelo aumenta eficiência e melhora o aproveitamento do tempo da equipe.

 

Como a força de vendas ajuda uma empresa a crescer

Uma força de vendas bem estruturada impacta diretamente diversos indicadores do negócio.

Aumento de faturamento com previsibilidade

Quando a empresa entende seu funil de vendas, passa a prever resultados. Isso permite planejar estoque, equipe, investimentos e fluxo de caixa com mais segurança.

Vendas deixam de ser surpresa e passam a ser gestão.

Melhoria no relacionamento com clientes

Uma força de vendas organizada registra histórico, preferências e negociações. Isso gera atendimentos mais personalizados e aumenta a fidelização.

Cliente bem atendido compra mais e indica.

Redução de desperdícios e retrabalho

Sem processo, cada vendedor trabalha de um jeito. Com processo, a empresa reduz erros, retrabalho e negociações desalinhadas.

Resultado: mais produtividade e menos custo oculto.

Decisões baseadas em dados

Com dados de vendas bem organizados, a gestão consegue responder perguntas essenciais:

  • Quais produtos vendem mais

  • Quais clientes são mais rentáveis

  • Onde estão as maiores oportunidades

  • Onde o time está perdendo vendas

Decidir com base em dados é sempre mais seguro do que decidir por intuição.

 

O papel da tecnologia na força de vendas

Gestão da força de vendas com apoio da tecnologia

Hoje, é praticamente impossível falar em força de vendas eficiente sem tecnologia. Sistemas de gestão ajudam a centralizar informações, organizar processos e dar visibilidade para a gestão.

Com apoio tecnológico, a força de vendas consegue:

  • Consultar histórico de clientes rapidamente

  • Emitir orçamentos com agilidade

  • Acompanhar pedidos e comissões

  • Integrar vendas com estoque e financeiro

  • Reduzir erros manuais

Além disso, a gestão passa a enxergar o desempenho comercial em tempo real, ajustando estratégias antes que pequenos problemas se tornem grandes prejuízos.

 

Força de vendas externas e o uso de aplicativos de vendas

A força de vendas externas exige ainda mais organização e agilidade. Vendedores que estão em campo precisam acessar informações com rapidez, registrar pedidos corretamente e manter tudo sincronizado com a empresa.

Nesse cenário, o uso de aplicativos de vendas externas se torna um diferencial competitivo importante.

Com um aplicativo integrado ao sistema de gestão, o vendedor externo consegue:

  • Consultar cadastro e histórico de clientes

  • Visualizar produtos, preços e condições comerciais

  • Emitir pedidos no momento da venda

  • Evitar anotações manuais e retrabalho interno

  • Agilizar o atendimento ao cliente

Ao mesmo tempo, a empresa passa a ter visibilidade em tempo real das vendas realizadas fora do escritório.

CB Mobile como apoio à força de vendas externas

Para empresas que trabalham com vendedores externos, o CB Mobile é um aplicativo desenvolvido para apoiar a força de vendas em campo. Ele permite que pedidos sejam realizados diretamente no cliente, com integração ao ERP Tutom.

Na prática, isso significa que informações de vendas, clientes e produtos ficam centralizadas, evitando divergências entre o que foi vendido em campo e o que chega ao financeiro, ao estoque e ao faturamento.

O CB Mobile contribui para:

  • Mais agilidade no processo de vendas

  • Redução de erros operacionais

  • Aumento da produtividade da equipe externa

  • Melhor experiência para o cliente

  • Mais controle sobre o processo comercial

Quando a tecnologia apoia a força de vendas, o vendedor vende melhor e a gestão ganha previsibilidade e tranquilidade.

 

Força de vendas forte exige gestão constante

Um erro comum é acreditar que basta contratar bons vendedores. Sem metas claras, indicadores e acompanhamento, até profissionais experientes perdem desempenho.

Uma força de vendas eficiente exige:

  • Metas bem definidas

  • Indicadores claros

  • Treinamento contínuo

  • Processos documentados

  • Ferramentas adequadas

Quando esses elementos estão alinhados, o time vende mais, com menos esforço e mais consistência.

 

Força de vendas organizada gera crescimento sustentável

Empresas que crescem de forma saudável não dependem apenas de talento individual. Elas constroem processos, utilizam dados e apoiam a força de vendas com tecnologia.

Organização comercial não engessa. Pelo contrário, ela dá liberdade para vender melhor.

Se a sua empresa busca mais controle, previsibilidade e eficiência comercial, vale analisar como sua força de vendas está estruturada hoje e se as ferramentas utilizadas acompanham esse crescimento.

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Fundada em Blumenau, no ano de 1993, a CB Sistemas é uma das principais empresas de tecnologia do setor. Somos especialistas em desenvolvimento de Sistemas de Gestão Empresarial ERP. 

Somos uma empresa de TI de Blumenau para o mundo.