O certificado Digital nada mais é do que a identidade da Pessoa Física ou Jurídica no meio eletrônico que facilita a autenticação em sistemas públicos (como gov.br, e-Social, SEFAZ e outros), e até em setores privados em nome de uma pessoa ou de uma empresa.
Ele valida todas as operações digitais que precisam desta identificação garantindo quem é o autor de determinada ação. Podemos até dizer que é o seu RG Digital, garantindo quem está assinando. Ou seja, substitui o papel e a caneta por uma assinatura digital.
O certificado Digital faz parte de um grupo de certificações de assinatura digital, e é por isso que ele leva a letra A na frente de seus modelos.
Tanto o modelo A1 como o modelo A3 tem a mesma finalidade: autenticar documentos e operações de forma eletrônica e digital.
Por ter uma cadeia estrutural complexa, chaves criptografadas, tecnologias de biometria digital e regulamentações da ICP Brasil, estes certificados de modelo A1 e A3 permitem você fazer várias coisas como: emitir documentos fiscais, fazer reconhecimento de firma, assinar documentos de forma digital, ter acesso aos sistemas federais, participar de licitações, assinar contratos, laudos, procurações e por aí vai.
Quando devo utilizar um Certificado Digital?
O certificado Digital precisa ser utilizado quando sua empresa iniciar a emissão de documentos ficais como por exemplo: NFC-e, NF-e, Cupom Fiscal, entre outros. Além de também poderem ser feitas assinaturas digitais conforme mencionado anteriormente.
Mas afinal, quais as diferenças entre o Certificado A1 e A3?
A maior diferença entre os certificados A1 e A3 é o formato que cada um deles possui.
O certificado de Modelo A1 é disponibilizado em formato eletrônico e deve ser instalado e configurado no dispositivo, seja ele notebook, computador, tablet, smartphone, para poder fazer o uso e o armazenamento de informações. Ele tem validade de 1 ano e não pode ser renovado. Quando ele vencer você precisa gerar outro certificado.
Além disso, você pode ter este certificado instalado em vários dispositivos para uso simultâneo, ou seja, você pode adquirir apenas um certificado e utilizar em quantos dispositivos você precisar. Por ele ser digital, você não corre o risco de perder, furtarem, danificarem e até mesmo quebrar.
Já o modelo A3 é fornecido em formato de Token (bem similar a um Pendrive) e em forma de Smartcard. Este certificado tem validade de 1 a 3 anos, e ele pode ser renovado ao final de sua validade.
Um problema do modelo A3, é que ele não é tão versátil quanto o modelo A1. Por ele ser de forma física, corre-se o risco de perder, ser danificado, furtado e você só pode utilizar ele em um dispositivo por vez.
Mas por outro lado, ele traz uma segurança maior, pois exige senha para poder utilizar o mesmo. E é exatamente por isso que ele é o formato mais indicado para dados mais sensíveis.
Então, você precisa analisar a estrutura de sua empresa, o quanto você irá utilizar este certificado, em quantas máquinas, com qual frequência.
Com essa análise, irá ajudar você na escolha do melhor certificado para o seu dia a dia.
Lembrando que você pode ter em sua empresa os dois modelos. Tudo irá depender para qual situação você irá utilizar.
Você deve ter se perguntado como você vai conectar um cartão no seu dispositivo. Se você adquirir o certificado em modelo Smartcard, vai precisar de uma leitora de cartão para poder conectar no seu dispositivo (veja exemplo abaixo).
Qual certificado é melhor?
Os dois modelos são ótimos e seguros! O modelo A3 pode ser mais econômico para algumas empresas, mas talvez não tão flexível quanto o modelo A1 para emissão de grandes quantidades de documentos fiscais, como é o caso de empresas de varejo e distribuidoras por exemplo.
Onde é possível solicitar um certificado digital?
Geralmente, as empresas buscam uma contabilidade de sua confiança que vai ajudar neste processo. Pelo porte e estruturação de sua empresa a contabilidade deverá lhe indicar qual deve ser o melhor modelo a ser adquirido.
O certificado pode ser adquirido com as autoridades certificadoras definidas pela ICP Brasil, que são por exemplo a Caixa Econômica Federal, Correios, Serasa e outras mais. Basta apresentar os documentos pessoais do proprietário da empresa, o CNPJ e outros documentos caso eles solicitem.
Estando tudo ok, você vai até um posto de atendimento presencial para validar o certificado e pronto! Identidade eletrônica pronta para utilizar.
Está vendo como é fácil? Ele é um dispositivo essencial para sua empresa e para o seu dia a dia.
Lembrando que para emitir os documentos fiscais, você precisa de um sistema de gestão. O sistema de gestão ERP Tutom, desenvolvido e fornecido pela CB Sistemas trabalha junto com essas tecnologias para facilitar o seu dia a dia, trazendo agilidade e segurança em todas as suas operações/transações.
Se você ainda não tem essa ferramenta de gestão ou está pensando em inovar, entre em contato conosco que será um prazer poder apresentar um pouquinho mais deste mundo cheio de tecnologias a favor do seu negócio.
CB Sistemas, desde 1993 presente no futuro!
Sistema para material de construção: gestão eficiente
Um sistema para material de construção é um aliado direto do gestor que precisa controlar estoque, vendas e financeiro sem perder tempo com retrabalho. Neste artigo, você vai ver como boas práticas de gestão apoiadas por um ERP ajudam a ganhar previsibilidade e eficiência na operação da loja.
Gerenciar uma loja exige visão do todo. Estoque cheio, vendas no balcão, preços variáveis e contas para pagar não podem ser tratados de forma isolada. Por isso, contar com um sistema para material de construção é uma decisão estratégica para gestores que buscam controle, agilidade e base sólida para crescer.
Quando a gestão depende de controles manuais ou sistemas genéricos, os problemas aparecem rápido. Falta produto, sobra estoque parado e o financeiro perde clareza.

Por que gestores precisam de um sistema para material de construção?
A rotina do gestor vai muito além da venda. Ele precisa garantir que a operação funcione com previsibilidade.
Principais desafios da gestão de loja
Grande volume e diversidade de produtos
Controle rigoroso de estoque físico
Pressão por margem e precificação correta
Compras frequentes e negociação com fornecedores
Necessidade de visão clara do resultado
Sem um sistema para material de construção, essas informações ficam dispersas, dificultando decisões rápidas e seguras.
Sistema para material de construção e controle de estoque
Visão clara para decisões de compra
Para o gestor, estoque é capital investido. Um sistema adequado permite:
Acompanhar entradas e saídas com mais precisão
Identificar produtos com maior e menor giro
Reduzir perdas por falta ou excesso de mercadoria
Planejar compras com base em dados históricos
Isso ajuda a manter equilíbrio entre disponibilidade e caixa.

Sistema para material de construção e gestão de vendas
Padronização e agilidade no balcão
A operação de vendas impacta diretamente a percepção do cliente e o resultado do negócio. Um sistema para material de construção contribui para:
Processos de venda mais rápidos
Redução de erros de preço e desconto
Histórico de vendas para análise do gestor
Mais organização no faturamento
Para quem gerencia a loja, menos erro operacional significa mais tempo para decisões estratégicas.
Sistema para material de construção e controle financeiro
Gestão baseada em números, não em achismos
O gestor precisa saber exatamente onde está o dinheiro. Com um sistema para material de construção, é possível:
Acompanhar contas a pagar e a receber
Visualizar fluxo de caixa com mais clareza
Analisar resultados por período
Reduzir dependência de planilhas paralelas
A gestão financeira ganha previsibilidade e confiabilidade.

Checklist para gestores ao avaliar um sistema para material de construção
Antes de escolher ou revisar um sistema, vale checar:
O sistema atende estoque, vendas e financeiro?
As informações são claras para análise gerencial?
Os processos da loja estão bem definidos?
A equipe consegue operar o sistema com facilidade?
Os relatórios apoiam decisões do dia a dia?
- O sistema tem automação para controle de entrada e saída de mercadorias?
Esse cuidado evita frustrações e investimentos mal direcionados.
Para gestores de loja, um sistema para material de construção não é apenas uma ferramenta operacional. Ele é um apoio direto à tomada de decisão, ao controle do negócio e à sustentabilidade financeira.
Quanto mais organizada a gestão, maior a capacidade de reagir ao mercado e planejar o crescimento.
Se você busca mais controle, previsibilidade e organização na gestão da sua loja, vale a pena conhecer o ERP Tutom. Solicite uma demonstração e veja como estruturar sua operação com mais segurança.
Força de vendas: o que é, como funciona e como impulsiona empresas
A força de vendas é um dos pilares mais importantes para o crescimento sustentável de qualquer empresa. Mais do que vender, ela conecta o negócio ao mercado, entende o cliente, gera oportunidades e sustenta a previsibilidade de receita. Quando bem estruturada, a força de vendas deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica.
Neste artigo, você vai entender o que é força de vendas, como funciona na prática e como uma força de vendas bem organizada ajuda empresas a crescer com mais controle, eficiência e resultado.

O que é força de vendas
A força de vendas é o conjunto de pessoas, processos e ferramentas responsáveis por levar os produtos ou serviços da empresa até o cliente. Ela envolve desde o primeiro contato comercial até o fechamento da venda e, em muitos casos, também o acompanhamento pós-venda.
Não se trata apenas de vendedores. A força de vendas inclui:
Vendedores internos e externos
Representantes comerciais
Pré vendas e SDRs
Gestores comerciais
Processos definidos de abordagem e negociação
Ferramentas que apoiam o processo comercial
Em empresas mais maduras, a força de vendas atua integrada com marketing, financeiro e operações, garantindo crescimento com organização e margem.
Como funciona a força de vendas na prática
Na prática, a força de vendas funciona como um fluxo contínuo, transformando oportunidades em receita. Esse fluxo costuma seguir etapas bem definidas.

Prospecção e geração de oportunidades
Tudo começa pela identificação de potenciais clientes. A prospecção pode acontecer por diferentes canais:
Indicações de clientes atuais
Leads gerados pelo marketing
Prospecção ativa
Reativação de clientes inativos
Aqui, o foco é qualidade. Uma força de vendas eficiente não tenta vender para todo mundo, mas para quem realmente tem perfil para comprar.
Abordagem e entendimento da necessidade
Após o primeiro contato, o vendedor precisa entender o cenário do cliente. Quanto mais claro estiver o problema ou a necessidade, maior a chance de uma venda bem-sucedida.
Nesse momento, entram habilidades como escuta ativa, diagnóstico e construção de valor. Vender não é empurrar produto, é ajudar o cliente a tomar uma decisão melhor.
Proposta e negociação
Com a necessidade bem mapeada, a força de vendas apresenta a solução. Entram em cena preço, prazo, condições comerciais e diferenciais.
Uma boa negociação preserva margem, demonstra valor e reduz objeções, criando confiança entre as partes.
Fechamento e acompanhamento
O fechamento é consequência de um processo bem conduzido. Em muitas empresas, a força de vendas também acompanha o cliente após a venda, garantindo satisfação e identificando novas oportunidades.
Esse acompanhamento fortalece o relacionamento e aumenta o valor do cliente ao longo do tempo.
Tipos de força de vendas
Nem toda empresa precisa do mesmo modelo de força de vendas. A estrutura ideal depende do tipo de negócio, do ciclo de venda e do perfil do cliente.
Força de vendas interna
É formada por vendedores que atuam de dentro da empresa, utilizando telefone, WhatsApp, e-mail ou videoconferência.
Esse modelo costuma ter menor custo e maior escala, sendo eficiente para vendas recorrentes ou consultivas de médio valor.
Força de vendas externa
A força de vendas externa atua presencialmente, visitando clientes e mantendo relacionamento próximo. É comum em empresas que vendem para varejo físico, distribuidores e indústrias.
Apesar do custo operacional maior, esse modelo costuma gerar maior taxa de conversão em vendas mais complexas.
Modelo híbrido de força de vendas
Cada vez mais comum, combina vendas internas e externas. Parte do processo acontece remotamente, e a visita presencial ocorre quando realmente agrega valor.
Esse modelo aumenta eficiência e melhora o aproveitamento do tempo da equipe.
Como a força de vendas ajuda uma empresa a crescer
Uma força de vendas bem estruturada impacta diretamente diversos indicadores do negócio.
Aumento de faturamento com previsibilidade
Quando a empresa entende seu funil de vendas, passa a prever resultados. Isso permite planejar estoque, equipe, investimentos e fluxo de caixa com mais segurança.
Vendas deixam de ser surpresa e passam a ser gestão.
Melhoria no relacionamento com clientes
Uma força de vendas organizada registra histórico, preferências e negociações. Isso gera atendimentos mais personalizados e aumenta a fidelização.
Cliente bem atendido compra mais e indica.
Redução de desperdícios e retrabalho
Sem processo, cada vendedor trabalha de um jeito. Com processo, a empresa reduz erros, retrabalho e negociações desalinhadas.
Resultado: mais produtividade e menos custo oculto.
Decisões baseadas em dados
Com dados de vendas bem organizados, a gestão consegue responder perguntas essenciais:
Quais produtos vendem mais
Quais clientes são mais rentáveis
Onde estão as maiores oportunidades
Onde o time está perdendo vendas
Decidir com base em dados é sempre mais seguro do que decidir por intuição.
O papel da tecnologia na força de vendas

Hoje, é praticamente impossível falar em força de vendas eficiente sem tecnologia. Sistemas de gestão ajudam a centralizar informações, organizar processos e dar visibilidade para a gestão.
Com apoio tecnológico, a força de vendas consegue:
Consultar histórico de clientes rapidamente
Emitir orçamentos com agilidade
Acompanhar pedidos e comissões
Integrar vendas com estoque e financeiro
Reduzir erros manuais
Além disso, a gestão passa a enxergar o desempenho comercial em tempo real, ajustando estratégias antes que pequenos problemas se tornem grandes prejuízos.
Força de vendas externas e o uso de aplicativos de vendas
A força de vendas externas exige ainda mais organização e agilidade. Vendedores que estão em campo precisam acessar informações com rapidez, registrar pedidos corretamente e manter tudo sincronizado com a empresa.
Nesse cenário, o uso de aplicativos de vendas externas se torna um diferencial competitivo importante.
Com um aplicativo integrado ao sistema de gestão, o vendedor externo consegue:
Consultar cadastro e histórico de clientes
Visualizar produtos, preços e condições comerciais
Emitir pedidos no momento da venda
Evitar anotações manuais e retrabalho interno
Agilizar o atendimento ao cliente
Ao mesmo tempo, a empresa passa a ter visibilidade em tempo real das vendas realizadas fora do escritório.
CB Mobile como apoio à força de vendas externas
Para empresas que trabalham com vendedores externos, o CB Mobile é um aplicativo desenvolvido para apoiar a força de vendas em campo. Ele permite que pedidos sejam realizados diretamente no cliente, com integração ao ERP Tutom.
Na prática, isso significa que informações de vendas, clientes e produtos ficam centralizadas, evitando divergências entre o que foi vendido em campo e o que chega ao financeiro, ao estoque e ao faturamento.
O CB Mobile contribui para:
Mais agilidade no processo de vendas
Redução de erros operacionais
Aumento da produtividade da equipe externa
Melhor experiência para o cliente
Mais controle sobre o processo comercial
Quando a tecnologia apoia a força de vendas, o vendedor vende melhor e a gestão ganha previsibilidade e tranquilidade.
Força de vendas forte exige gestão constante
Um erro comum é acreditar que basta contratar bons vendedores. Sem metas claras, indicadores e acompanhamento, até profissionais experientes perdem desempenho.
Uma força de vendas eficiente exige:
Metas bem definidas
Indicadores claros
Treinamento contínuo
Processos documentados
Ferramentas adequadas
Quando esses elementos estão alinhados, o time vende mais, com menos esforço e mais consistência.
Força de vendas organizada gera crescimento sustentável
Empresas que crescem de forma saudável não dependem apenas de talento individual. Elas constroem processos, utilizam dados e apoiam a força de vendas com tecnologia.
Organização comercial não engessa. Pelo contrário, ela dá liberdade para vender melhor.
Se a sua empresa busca mais controle, previsibilidade e eficiência comercial, vale analisar como sua força de vendas está estruturada hoje e se as ferramentas utilizadas acompanham esse crescimento.
Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas
Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.
Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.
Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.
Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio
Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.
Aqui, vale responder perguntas como:
Qual é a real situação financeira do negócio?
Onde estão os maiores custos e desperdícios?
Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?
Onde a empresa perde eficiência operacional?
Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.
Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.
Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.
Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis
Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.
Compare:
“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”
O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.
Boas perguntas para validar seus objetivos:
Dá para medir esse objetivo?
Ele tem prazo definido?
Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?
Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.
Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais
Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.
Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:
Comercial
Financeiro
Operacional
Atendimento
Compras e estoque
Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.
Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.
Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano
O que não é medido não é gerenciado.
Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.
Alguns exemplos de indicadores estratégicos:
Faturamento mensal
Margem de lucro
Custo operacional
Prazo médio de recebimento
Taxa de crescimento da base de clientes
Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.
Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.
Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico
Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.
Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:
Reuniões mensais para análise de indicadores
Revisões trimestrais do plano
Ajustes rápidos quando o cenário muda
Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento
Planejamento feito sozinho tende a falhar.
É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.
Isso gera:
Mais comprometimento
Mais clareza nas prioridades
Menos resistência às mudanças
Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.
Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia
Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.
Sistemas de gestão permitem:
Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto
Gerar relatórios para tomada de decisão
Acompanhar indicadores em tempo real
Reduzir erros e retrabalho
A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.
Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas
Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.
Empresas que planejam:
Reagem mais rápido
Erram menos
Aproveitam melhor as oportunidades
Crescem com mais consistência
No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.
Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo
Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.
O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.
Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.
Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.
