O que é Nota em Contingência e quando deve ser utilizada

Nota em Contingência: O Que É e Quando Deve Ser Utilizada

A emissão de documentos fiscais eletrônicos, como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), trouxe diversas facilidades tanto para o governo quanto para empresas e consumidores. Entretanto, nem sempre é possível realizar a emissão desses documentos de maneira convencional. Em situações específicas, as empresas precisam recorrer à Nota em Contingência. Mas o que isso significa exatamente e em quais cenários ela deve ser utilizada? Neste artigo, vamos explorar em detalhes o conceito, as condições de uso e as implicações da emissão de uma Nota em Contingência.

 

Nota em Contingência: O Que É e Quando Deve Ser Utilizada

 

O Que É a Nota em Contingência?

A Nota em Contingência é uma modalidade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) adotada em casos em que o emissor enfrenta dificuldades para realizar a autorização da NF-e através do ambiente nacional ou estadual da Secretaria da Fazenda (SEFAZ). Em outras palavras, é um procedimento alternativo utilizado quando o sistema convencional de emissão de notas fiscais está indisponível.

Essa indisponibilidade pode ocorrer por diversos motivos, como falhas no sistema da SEFAZ, problemas de conexão à internet ou até mesmo manutenção nos sistemas do emissor. Nesses casos, a empresa não pode deixar de cumprir suas obrigações fiscais e precisa continuar a emitir notas fiscais, e é aqui que entra a nota em contingência.

 

Quando Utilizar a Nota em Contingência?

A emissão de Notas Fiscais em Contingência só deve ser utilizada em situações específicas, quando não é possível transmitir a NF-e no modelo tradicional. As principais situações em que isso pode ocorrer são:

1. Problemas no Sistema da SEFAZ: Quando o sistema de autorização da NF-e da SEFAZ está temporariamente fora do ar, seja por falhas técnicas ou por manutenção programada.

2. Problemas de Conectividade: Falhas na internet que impossibilitem a transmissão da nota fiscal ao ambiente autorizador da SEFAZ.

3. Falhas no Sistema de Gestão da Empresa: Quando o próprio sistema de gestão empresarial (ERP) ou emissor de NF-e da empresa está com problemas e impede a emissão da nota fiscal de maneira convencional.

4. Situações de Emergência: Em casos excepcionais, como desastres naturais ou outras emergências que afetem a infraestrutura tecnológica.

É importante notar que a nota em contingência deve ser emitida apenas quando realmente necessário, pois seu uso implica algumas obrigações e procedimentos adicionais por parte da empresa.

 

Tipos de Nota em Contingência

Existem diferentes formas de emissão de nota em contingência, cada uma com suas características e procedimentos específicos. As principais modalidades são:

1. Contingência FS-DA (Formulário de Segurança)

Essa é uma das modalidades mais antigas e consiste na emissão da NF-e em papel especial, denominado Formulário de Segurança para Impressão de Documentos Auxiliares de Documentos Fiscais Eletrônicos (FS-DA). A nota é impressa nesse formulário e o transporte de mercadorias ocorre com base nesse documento, até que a NF-e possa ser transmitida ao sistema da SEFAZ e autorizada.

2. Contingência EPEC (Evento Prévio de Emissão em Contingência)

Nesta modalidade, o emissor envia um evento chamado EPEC ao ambiente nacional da Receita Federal, que valida a emissão em contingência. Assim que a SEFAZ volta a operar normalmente, a empresa deve enviar a NF-e para autorização.

3. Contingência DPEC (Declaração Prévia de Emissão)

Embora tenha sido substituída pela EPEC, ainda é possível encontrar referências à DPEC, que funcionava de maneira semelhante à atual contingência EPEC, permitindo que as empresas emitissem notas em momentos de instabilidade.

4. Contingência SVC (Sistema de Contingência Virtual)

Nesta modalidade, a SEFAZ de outro estado disponibiliza um ambiente de contingência, permitindo que a empresa continue a emitir e autorizar NF-e por meio desse sistema, até que o problema no sistema da SEFAZ de origem seja resolvido.

 

Como Emitir uma Nota em Contingência?

O processo para emissão de uma Nota em Contingência segue etapas semelhantes à emissão de uma NF-e tradicional, mas com algumas peculiaridades. Vamos a um resumo das etapas principais:

1. Identificar a Necessidade de Contingência: Primeiro, é preciso certificar-se de que não é possível emitir a NF-e no ambiente normal. Caso confirmado, o próximo passo é escolher a modalidade de contingência adequada.

2. Emitir a Nota com o Código de Contingência: Ao emitir a nota fiscal, o emissor deve informar no campo próprio do arquivo XML da NF-e que se trata de uma emissão em contingência.

3. Gerar e Imprimir o DANFE: O DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) deve ser impresso com as informações referentes à contingência. Ele é o documento que acompanha a mercadoria durante o transporte e contém os dados essenciais da NF-e.

4. Transmitir a Nota Posteriormente: Quando o sistema da SEFAZ voltar a funcionar, o emissor tem a obrigação de transmitir a nota fiscal para obter sua autorização oficial. O prazo para realizar essa transmissão pode variar, mas geralmente é de até 24 horas após a emissão.

 

Vantagens e Desvantagens da Nota em Contingência

Assim como qualquer recurso, a utilização da nota em contingência traz vantagens e desvantagens que devem ser avaliadas pelas empresas.

Vantagens:

Continuidade das Operações: Permite que as empresas mantenham suas operações fiscais e logísticas mesmo em situações de indisponibilidade dos sistemas.

Cumprimento das Obrigações Fiscais: Mesmo em cenários adversos, a empresa continua cumprindo suas obrigações com o fisco.

Desvantagens:

Processo Adicional: A empresa precisa se lembrar de transmitir a NF-e após o fim do período de contingência, o que aumenta a complexidade operacional.

Multas em Caso de Atraso: Se a empresa não realizar a transmissão da nota no prazo estabelecido, pode ser penalizada com multas.

 

Requisitos Legais e Obrigações da Empresa

As empresas que utilizam a nota em contingência precisam estar cientes de algumas obrigações legais. A principal é a transmissão da NF-e assim que a situação que originou a contingência for resolvida. Além disso, o DANFE deve ser emitido corretamente e com as informações de contingência bem claras, para evitar problemas fiscais e de fiscalização.

O descumprimento dessas normas pode acarretar multas e outras penalidades previstas na legislação fiscal, sendo, portanto, essencial que as empresas sigam os procedimentos com rigor e atenção.

 

Conclusão

A Nota em Contingência é uma ferramenta fundamental para garantir que as empresas possam continuar emitindo suas notas fiscais eletrônicas, mesmo em momentos de indisponibilidade dos sistemas da SEFAZ ou de falhas na conectividade. Entretanto, seu uso deve ser feito com cautela e seguindo os requisitos legais, para evitar problemas fiscais futuros. Compreender as modalidades de contingência e saber quando e como utilizá-las é crucial para manter a regularidade fiscal da empresa.

 

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Perguntas Frequentes (FAQ)

1. O que é uma Nota em Contingência?

A Nota em Contingência é uma modalidade de emissão de NF-e usada quando o sistema da SEFAZ ou a conectividade não está disponível, permitindo que a empresa continue operando e emitindo notas fiscais.

2. Quais são as modalidades de Nota em Contingência?

As principais modalidades são FS-DA, EPEC, e SVC. Cada uma delas tem características próprias e é aplicada de acordo com o cenário específico de indisponibilidade.

3. Quando devo utilizar a Nota em Contingência?

A nota deve ser utilizada quando há problemas no sistema da SEFAZ, na internet ou no sistema de gestão da empresa que impossibilitam a emissão da NF-e de forma tradicional.

4. Posso ser multado por não emitir a NF-e em contingência corretamente?

Sim, se a empresa não seguir as regras e prazos para transmissão da NF-e após a emissão em contingência, pode estar sujeita a multas e penalidades.

5. Qual o prazo para transmitir a NF-e após a emissão em contingência?

O prazo é geralmente de até 24 horas após a emissão, mas pode variar conforme a legislação do estado.

6. Como identificar que a nota foi emitida em contingência?

No DANFE, a informação de que a nota foi emitida em contingência deve estar claramente indicada.

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Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

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