Tutom 2.174, T3Server, Tutom App 2.13.0, Tutom PCP, CB Mobile 2.34

Veja novidades e melhorias nas versões abaixo:

Criado nova tela de Reforço e Sangria, para mais detalhes acesse GUIA SANDRIA E REFORÇO DE CAIXA.

 

 

Ajustado o processo de abertura de caixa, agora ao abrir o caixa pela primeira vez em uma filial, o caixa vai estar com os saldos (valores) zerados, independente dos saldos de outras filiais.

 

Foram realizadas diversas melhorias no sistema de validação do caixa do usuário, para evitar que o caixa de um usuário possa estar simultaneamente aberto em mais de uma filial, será exibido uma mensagem de erro quando falhar em alguma validação.
Obs: As validações são realizadas no Tutom, Tutom NFC-e e CBECF e são feitas em todas as rotinas que envolvem o caixa.

Ajustado os menus do caixa do tutom para exibir a mensagem ‘Usuário sem permissão’ quando o usuário não tiver autorização para determinadas ações.

Adicionado mensagens com códigos de erro em relação ao caixa. Para mais detalhes entre em contato com a equipe de atendimento ao cliente.

Corrigido processo de Transmitir MDF-e, quando utilizado o tipo de carroceria “Sider“ o MDF-e não estava sendo autorizado.

Criado nova tela para configurar as contas de encerramento de caixa, no Tutom acesse o menu Faturamento > Caixa > Encerramento de Caixa – Configurar Contas.

 

Criado rotina para transferência de pontos de vale troca e resgate de pontos entre clientes, para mais detalhes acesse
.

 

Ajustado operação de processar retorno para fazer a validação do credito do cliente.

Ajustado layouts de orçamentos do Tutom e do CB Mobile para apresentarem os mesmos dados, independente de qual sistema foi realizado o registro do orçamento/cotação.

No processo de entrada de uma nota de retorno no sistema, foi ajustado o processo de validação para considerar todas as notas referenciadas ao verificar as quantidades e valores dos produtos na entrada de NF, caso ocorra alguma divergência de quantidade ou valor, o sistema ira apresentar uma mensagem informando qual referencia esta com problema.

No menu Faturamento → Caixa → Abrir Caixa foi ajustado esse botão para que agora sempre permaneça ativo e faça a validação se o caixa já estiver aberto ou não.

 

Criado nova tela para recebimento no tutom, acesse para ter mais detalhes.

Ajustado para que quando tenha uma versão antiga do Tutom e atualize para última versão do site o Tutom faça o encerramento automático do caixa.

Obs: O caixa vai ser zerado, será realizado a sangria automatizada de todos os valores.

Ajustado o processo de recebimento no NFC-e para quando não for encontrado o T3-server ou NFC-e server, seja exibida uma mensagem.

 

No encerramento de caixa foi ajustado o processo de sangria automática para pagamentos com cartão, agora gerando um lançamento por parcela, em vez de múltiplos lançamentos. No caso de pagamentos via PIX, a sangria registra apenas o valor total do PIX, mesmo que o pagamento seja vinculado a vários lançamentos.

Ajustado a regra e validações de caixa para recebimentos gerar o troco, o sistema vai transformar todo troco independente da forma recebida como uma saída de dinheiro do caixa, exceto quando o recebimento estiver marcado para transformar troco em vale troca.

Obs: somente permite o recebimento gerar troco se o saldo em dinheiro for suficiente para o troco.

Foi criada uma nova tela e o relatório de Encerramento de Caixa foi ajustado. Agora, é possível filtrar os dados por filial, usuário, status e data de abertura e a opção Títulos Emitidos define se deve ou não apresentar os títulos no relatório, conforme modelo 3 do relatório antigo.

Criado configuração para fazer validação de numero NSU repetido em recebimento com forma de pagamento PIX ou cartões.

Por padrão a rotina está desativada, mas pode ser solicitado a nossa equipe de atendimento ao cliente realizar a configuração de ativação.

Ajustadas as telas de Recebimento do tutom e do NFC-e para validar se há auditoria de caixa pendente antes de permitir o Recebimento.

Criada rotina que gera os dados do cheque a partir do CMC7, essa rotina pode ser acessada no NFC-e ao selecionar uma forma de pagamento do tipo cheque, e na nova tela de recebimento do Tutom, basta informar o CMC7 no campo correspondente que o sistema preenche os campos automaticamente na tela.

Criado tela para cancelamento de recebimento em caixa encerrado, para mais detalhes acesse .

Adicionado validação de no mínimo 20 caracteres no histórico da Sangria/Reforço.

Adicionado os campos CMC7, c1, c2 e c3 na tela de relaciona cheques do recebimento.

 

Adicionado a opção de menu Faturamento → Carta de Correção para emissão de Carta de Correção na versão Tutom Lite.

Ajustado layout do relatório de Encerramento de Caixa para ficar no padrão CB Sistemas (fonte, cores, rodapé, etc).

Ajustada tela de Recebimento para receber alerta de faturamento configurado no campo Cadastros → Clientes → Faturamento.

Ajustado NFC-e para conseguir realizar o cadastro do cheque pelo CMC7, basta informar o CMC7 no campo que o sistema preenche o restante dos campos com os dados calculados do CMC7 fornecido.

Realizado ajuste para validar se existe notas pendentes de autorização antes de encerrar o caixa.

Ajustado para na nova tela de Recebimento apresentar o nome do representante, descrição do tipo de receita e os dados da conta.

Ajustado para o recebimento parcial não alterar o valor do título original, agora na ficha financeira o campo valor vai apresentar o valor original do receber quando for maior que zero, ou então retorna o valor da receita que era o que já fazia antes.

Ajustado tela de confirmação de depósito, ao abrir a tela a opção Cancelado não permitia ser selecionada de imediato, agora é possível.

Alterado servidor de hospedagem dos arquivos de instaladores do sistema para proporcionar melhor performance e segurança.

No relatório de encerramento de caixa, o layout foi alterado para apresentar o texto “Troco“ como uma forma de pagamento para facilitar o entendimento de quanto foi gerado de troco, também nos totalizadores foi adicionado um campo que demonstra o valor total de troco que foi transformado em vale troca.

Ajustado tela de Recebimento para ser possível informar apenas até 3 dígitos de parcela no cartão.

Ajustado tela de Recebimento para apresentar mensagem de confirmação de recebimento parcial.

Na reimpressão de Danfe foi ajustado a quantidade de caracteres do número de NF.

Para a nova tela de Recebimento do Tutom foi criado novo modelo de recibo.

Ajustado processo de Encerrar o caixa para validar e utilizar o saldo atual do caixa nos lançamentos da sangria automatizada.

Ajustado o Recebimento para não ser possível realizar baixas fora da ordem das parcelas.

Caso necessário solicite a nossa equipe de atendimento ao cliente realizar a remoção dessa configuração.

No processo de entrada de nota fiscal, existe uma rotina que iguala o custo dos produtos que tem referencia relacionada. Foi criado configuração para o usuário escolher se deseja igualar custos no lançamento de nota fiscal.

Solicite apoio de nossa equipe de atendimento ao cliente para mais detalhes.

Criado permissão de usuário para isentar multas e juros nos recebimentos.

Ajustado tela de Recebimento para considerar a opção de isentar multas e juros, quando estiver ativo vai ficar um ícone verde no botão para facilitar identificação.

Ajustada a regra para isentar multas e juros, agora, essa ação só pode ser realizada por usuários com a devida permissão.

Ajustado o campo de parcelas no NFC-e para ser possível escrever até 3 dígitos de parcelas.

Ajustado a tela de Recebimento para o alerta de faturamento aparecer apenas quando mudar o cliente.

Ajustado tela de Recebimento para perguntar se o usuário deseja imprimir recibo.

Ajustado tela de Recebimento para quando clicar em receber uma vez para impedir duplos cliques.

Criado permissão de usuário e validação para verificar se o usuário tem permissão de realizar um recebimento com desconto superior a 99 centavos.

Ajustado o processo de entrada de NF sem o XML para permitir lançar a entrada apenas com serviços informados.

Ajustado campo NSU dos recebimentos em cartão e pix para permitir o usuário deixar em branco, a alteração foi feita no NFC-e e no recebimento do Tutom.

O processo de criação de cores personalizadas no tintométrico foi ajustado para permitir utilizar registros com código PCP gerado a partir de dados das novas formulas, em importações de dados mais recentes o código PCP tem algumas características que não estavam sendo consideradas no processo de cores personalizadas.

Ajustado o campo NSU do PIX na tela de Recebimento para permitir o usuário escrever caracteres alfanuméricos.

Ajustada a rotina de transformar troco em vale-troca, garantindo que o histórico seja registrado ao vale-troca, também foi adicionado o campo Observação na tela Manutenção de Vale-Troca.

Realizado alguns ajustes e layout na impressão de recibo, agora é possível ver o troco.

Na tela para informar os dados da credenciadora, será apresentado o campo valor, para identificar qual recebimento esta sendo solicitado os dados, também foi alterado o recebimento para permitir mais de uma forma do tipo cartão ou pix, o campo valor serve como forma de identificar os dados do cartão e fazer o vinculo correto, essa tela não é apresentada quando a operação de cartão é do tipo TEF.

Ajustado o Tutom Payments para retornar o número de NSU e vinculá-lo ao Pix, com essa alteração é possível visualizar no extrato de contas os dados do documento gerado pelo Tutom Payments e compara com o extrato bancário.

Ao fazer o carrega XML na entrada de NF foi melhorada a mensagem de erro quando o NCM não é encontrado no cadastro do sistema.

Ajustado rotina de Exportações para contabilidade. Apoio → Rotinas Especiais → Exportações Contábeis.

No Tutom Gerencial foi ajustado Painel de Pedidos para ter filtros por: Representante, Almoxarifado e Configuração para não apresentar pedidos já separados.

No processo de sangria automatizada do encerramento de caixa, agora o NSU do Pix vai estar vinculado ao registro gerado do controle de contas.

Ajustado para permitir o usuário visualizar o código de barras e a quantidade em estoque dos produtos da tabela de preços.
Ao dar um duplo clique no campo descrição apresenta a janela:

No NFC-e foi melhorado o desempenho de sincronização do NFC-e Server.

Ajustado a maneira de como é salvo a observação de Vale troca para salvar além do texto atual a informação do usuário que efetuou a transferência.

Foi ajustada a tela de recebimento para que, quando os campos representante, conta e T. Receita estiverem com valor null, eles apareçam como null-null. Além disso, não será permitido ao usuário selecionar um registro com esses campos vazios. Caso ele tente selecionar, o sistema exibirá uma mensagem de alerta informando qual campo está com valor null.

Criado a possibilidade de carregar a lista de referências apresentadas no relatório de preço alterado.

Nas telas de Recebimento e Reforço de Caixa, estão sendo realizadas validações de auditoria de checkout.

Você pode se interessar:

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

Como um ERP ajuda a identificar oportunidades de redução de custos

Como um ERP ajuda a identificar oportunidades de redução de custos

Reduzir custos é uma preocupação constante para qualquer gestor. No entanto, cortar gastos sem critério pode gerar efeitos colaterais sérios,…

Fundada em Blumenau, no ano de 1993, a CB Sistemas é uma das principais empresas de tecnologia do setor. Somos especialistas em desenvolvimento de Sistemas de Gestão Empresarial ERP. 

Somos uma empresa de TI de Blumenau para o mundo.