Tutom 2.110 e T-3Server 1.23

Abaixo informações sobre novidades e ajustes disponibilizados na versão 2.110 do Tutom, e 1.23 do T-3Server.

if_label_new red_10464TUT-8015 e TUT-9734

Na tela de Ordem de Compra a pesquisa foi convertida para o novo padrão e adicionado o filtro por Produto.

TUT-8015

 

1398992429_Retina-ReadyTUT-9414

No processo de Faturamento foi removida a validação que apresentava a mensagem: “Já existe uma devolução para essa nota!”. Foi verificado que essa responsabilidade é do usuário.

TUT-9414

 

if_label_new red_10464TUT-9722

Na tela de Permissão de Usuário, adicionado a opção ‘Faturar pedido fora da data de previsão’

TUT-9722

 

if_label_new red_10464TUT-9598

Na tela de Ordem de Faturamento, ao buscar um pedido para faturar o processo irá verificar se a data da previsão de faturamento é inferior a hoje, se for validará para ser a permissão de usuário e caso seja negativa irá apresentar mensagem e pedir senha de um que tenha permissão.

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if_label_new red_10464TUT-9600

Na tela de Baixa de Títulos a Receber, foi adicionado para apresentar a mensagem ‘Cliente possui negativa no SPC !’, quanto houver uma negativa cadastrado no cadastro do cliente.

TUT-9600

 

1398992429_Retina-ReadyTUT-9646

Ajustado o processo do SPED Fiscal para apresentar mais de uma nota referenciada, quando é devolução.

TUT-9646

 

if_label_new red_10464TUT-9653

Ajustado na manutenção de Orçamentos, para apresentar a descrição informada no momento da criação dele. Junto a esse campo tem a mesma validação para alteração que na tela de Venda Balcão.

TUT-9653

 

1398992429_Retina-ReadyTUT-9689

Modificado o processo de importação para o fornecedor ‘Anjo’, conforme novo modelo de arquivo.

TUT-9689

 

1398992429_Retina-ReadyTUT-9706

Alterada a apresentação do Produto para apresentar o campo de Referência e Descrição em colunas separadas.

TUT-9706

 

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Modificado o processo para não apresentar a mensagem: “Reimprimir este documento na mesma conta/carteira com o mesmo número”.

TUT-9712

 

 

 

 

 

Tif_label_new red_10464UT-9713

Na tela de Cadastro de Grupo adicionado o campo de “Observação”

TUT-9713

 

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Nas configurações do sistema foi adicionada a opção “Permitir efetuar reservar no pedido”

TUT-9708

 

if_label_new red_10464No Cadastro de Pedido, adicionada uma opção “Gerar Reserva do Estoque”, onde se estiver marcada, ao gravar o pedido o sistema gera uma reserva para cada produto no pedido.

cadastro-pedidos

 

1398992429_Retina-ReadyTUT-9453

Adicionado campo “Previsão de Fat.” como opção para selecionar a data com calendário, na tela de Dados do Pedido ao utilizar o Histórico.

TUT-9453

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Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

Como um ERP ajuda a identificar oportunidades de redução de custos

Como um ERP ajuda a identificar oportunidades de redução de custos

Reduzir custos é uma preocupação constante para qualquer gestor. No entanto, cortar gastos sem critério pode gerar efeitos colaterais sérios, como perda de produtividade, queda na qualidade ou até problemas operacionais. Nesse cenário, um sistema ERP se torna um grande aliado, pois ajuda a identificar oportunidades reais de redução de custos com base em dados, e não em achismos.

Quando bem utilizado, um ERP permite enxergar desperdícios, ineficiências e gargalos que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia. Mais do que economizar, ele ajuda a tomar decisões mais inteligentes e sustentáveis para o crescimento do negócio.

Neste artigo, você vai entender como um ERP contribui diretamente para a redução de custos e quais áreas da empresa mais se beneficiam desse tipo de análise.

 

Por que reduzir custos sem dados é um risco para a empresa

Muitos gestores ainda tentam reduzir custos analisando apenas o saldo bancário ou comparando despesas mês a mês. O problema é que esse tipo de visão é superficial e pode levar a decisões equivocadas.

Sem dados estruturados, fica difícil responder perguntas básicas, como:

• Onde realmente estão os maiores custos?
• Quais despesas são necessárias e quais são desperdícios?
• Quais processos poderiam ser mais eficientes?

É exatamente nesse ponto que um sistema ERP faz a diferença. Ele centraliza informações, organiza dados e oferece uma visão clara da operação como um todo, permitindo identificar oportunidades reais de economia.

 

Como um ERP ajuda a identificar oportunidades de redução de custos na empresa

 

Como um ERP centraliza informações e elimina desperdícios

Um dos principais benefícios de um ERP é a centralização das informações da empresa em um único sistema. Isso elimina controles paralelos, planilhas soltas e retrabalho entre setores.

Quando os dados ficam espalhados, o risco de erros aumenta, assim como o tempo gasto para corrigir falhas. Já com um ERP, os processos ficam integrados, reduzindo atividades manuais e aumentando a eficiência operacional.

Essa centralização ajuda a reduzir custos de forma indireta, pois:

• Diminui erros de lançamento
• Evita retrabalho entre setores
• Reduz o tempo gasto em tarefas administrativas
• Melhora a comunicação interna

Menos retrabalho significa menos horas desperdiçadas e mais foco em atividades estratégicas.

 

Identificação de custos invisíveis no dia a dia

Muitos custos não aparecem de forma clara nos relatórios financeiros tradicionais. Eles ficam escondidos na operação, afetando o resultado sem chamar atenção.

Um sistema ERP ajuda a identificar esses custos invisíveis, como:

• Compras feitas sem planejamento
• Falta de controle sobre processos internos
• Gastos extras causados por erros operacionais
• Perdas decorrentes de informações inconsistentes

Ao transformar dados operacionais em informações gerenciais, o ERP permite que o gestor enxergue onde o dinheiro está sendo desperdiçado e tome decisões mais assertivas.

 

Controle financeiro mais preciso e confiável

O controle financeiro é uma das áreas onde o ERP mais contribui para a redução de custos. Com informações organizadas e atualizadas, o gestor consegue acompanhar receitas, despesas, contas a pagar e contas a receber com muito mais precisão.

Um sistema ERP ajuda a:

• Evitar pagamentos em duplicidade
• Reduzir multas e juros por atrasos
• Melhorar o planejamento do fluxo de caixa
• Identificar despesas fora do padrão

Com relatórios financeiros confiáveis, fica mais fácil negociar prazos, rever contratos e ajustar gastos que não fazem mais sentido para a realidade da empresa.

 

Como um ERP contribui para compras mais inteligentes

O setor de compras é outro ponto crítico quando falamos em redução de custos. Compras feitas sem análise adequada podem gerar excesso de estoque, desperdício de capital e aumento de custos operacionais.

Com um ERP, o gestor passa a ter dados históricos de compras, consumo e fornecedores, o que facilita decisões mais estratégicas. O sistema permite analisar:

• Frequência de compras
• Volume adquirido
• Preços praticados por fornecedor
• Condições comerciais negociadas

Essas informações ajudam a identificar oportunidades de negociação, evitar compras desnecessárias e melhorar o planejamento de aquisições.

 

Redução de custos operacionais por meio da automação de processos

A automação é um dos pilares de um bom sistema ERP. Processos que antes eram manuais passam a ser executados de forma automática, reduzindo erros e aumentando a produtividade.

A automação contribui diretamente para a redução de custos ao:

• Diminuir a dependência de tarefas manuais
• Reduzir falhas humanas
• Acelerar processos internos
• Melhorar o uso do tempo da equipe

Quando a equipe gasta menos tempo com atividades operacionais, sobra mais tempo para análise, planejamento e melhoria contínua.

 

Uso de relatórios gerenciais para decisões mais econômicas

Um ERP eficiente oferece relatórios gerenciais que transformam dados brutos em informações estratégicas. Esses relatórios permitem identificar padrões, desvios e oportunidades de melhoria.

Com relatórios bem estruturados, o gestor consegue:

• Comparar custos entre períodos
• Avaliar desempenho por área
• Identificar processos mais caros
• Priorizar ações de redução de custos

O diferencial está na tomada de decisão baseada em dados concretos, e não apenas em percepção ou experiência passada.

 

Redução de custos sem comprometer a qualidade

Um erro comum ao falar de redução de custos é associar economia à perda de qualidade. Com o apoio de um sistema ERP, isso não precisa acontecer.

Ao identificar desperdícios e ineficiências, a empresa consegue reduzir custos mantendo ou até melhorando a qualidade dos processos. O foco deixa de ser o corte cego e passa a ser a otimização.

Esse tipo de abordagem fortalece a empresa no longo prazo, pois cria uma operação mais eficiente, sustentável e preparada para crescer.

 

ERP como ferramenta estratégica para gestão de custos

Mais do que um sistema operacional, o ERP deve ser visto como uma ferramenta estratégica. Ele fornece informações essenciais para o gestor entender o negócio em profundidade e tomar decisões mais inteligentes.

Ao utilizar um ERP de forma adequada, a empresa passa a:

• Ter mais controle sobre seus custos
• Planejar melhor seus recursos
• Evitar desperdícios recorrentes
• Criar uma cultura de gestão baseada em dados

Isso gera ganhos financeiros consistentes e melhora a competitividade no mercado.

 

Considerações finais

Identificar oportunidades de redução de custos exige visão estratégica, organização e acesso a informações confiáveis. Um sistema ERP cumpre exatamente esse papel, ajudando gestores a enxergar além do financeiro e entender como cada processo impacta os resultados da empresa.

Ao centralizar dados, automatizar processos e oferecer relatórios gerenciais, o ERP se torna um aliado fundamental para quem busca eficiência, controle e crescimento sustentável.

Se você quer entender como um sistema ERP pode ajudar sua empresa a identificar oportunidades reais de redução de custos e melhorar a gestão de forma prática, a CB Sistemas está à disposição para conversar e apresentar soluções alinhadas à realidade do seu negócio.

Fundada em Blumenau, no ano de 1993, a CB Sistemas é uma das principais empresas de tecnologia do setor. Somos especialistas em desenvolvimento de Sistemas de Gestão Empresarial ERP. 

Somos uma empresa de TI de Blumenau para o mundo.