Qual a diferença entre Dados e Informação? Conceito e exemplos para empresas

Diferença Entre Dados e Informação: Conceito, Exemplos Práticos e Impacto nas Empresas

No mundo dos negócios, muitas vezes ouvimos falar sobre dados e informação como se fossem sinônimos. No entanto, há uma diferença fundamental entre eles, que pode fazer toda a diferença na gestão e na estratégia de uma empresa. Entender essa distinção ajuda a melhorar a tomada de decisões e a otimizar os processos organizacionais.

Vamos explorar o que são dados, o que é informação e, principalmente, como a diferença entre dados e informação impacta diretamente as empresas. Para tornar o conceito mais claro, usaremos exemplos práticos.

Diferença Entre Dados e Informação: Conceito, Exemplos Práticos e Impacto nas Empresas

 

O que são Dados?

Os dados são elementos brutos, números ou registros que ainda não possuem contexto ou significado. Eles representam fatos isolados que, por si só, não fornecem uma compreensão completa de uma situação ou problema.

Exemplo prático de Dados em uma empresa

Imagine que uma empresa registra o número de vendas diárias de um produto específico. Esses números isolados (ex.: “15, 20, 25”) são dados. Sozinhos, esses dados não explicam a razão das variações diárias nas vendas ou qual será o comportamento futuro desse produto no mercado.

Os dados também podem ser de diversos tipos, como:

Números: Quantidade de vendas, valores de faturamento.

Textos: Feedbacks de clientes em suas próprias palavras.

Datas: Dias específicos de venda, horários de pico de atendimento.

Imagens: Fotografias de produtos ou processos.

Esses elementos, embora importantes, não trazem significado até serem analisados.

O que é Informação?

A informação surge quando os dados são organizados, interpretados e contextualizados, de modo que possamos extrair um sentido ou responder a perguntas específicas. Ou seja, a informação é o dado trabalhado, processado e analisado.

Exemplo prático de Informação para uma empresa

Voltando ao exemplo das vendas, ao analisar os dados diários de venda e compará-los com datas específicas, uma empresa pode perceber que as vendas aumentam sempre às sextas-feiras. Com isso, conclui-se que há um padrão de comportamento dos consumidores. Esse padrão é uma informação que permite uma tomada de decisão fundamentada, como reforçar o estoque antes de sexta-feira ou preparar campanhas para esse dia da semana.

A informação, portanto, é algo que gera conhecimento útil para a empresa e pode ser utilizado na definição de estratégias ou melhorias operacionais.

Diferença entre Dados e Informação: resumo

A diferença entre dados e informação está na transformação e interpretação. Dados são elementos crus, enquanto a informação é o resultado do processamento desses dados, atribuindo-lhes significado.

diferença entre dados e informação de forma tabulada

Como empresas podem transformar Dados em Informação

Para que uma empresa possa aproveitar ao máximo seus dados, é fundamental que ela tenha processos para organizá-los e analisá-los. Abaixo estão algumas maneiras práticas de transformar dados em informação útil:

1. Coleta de Dados de forma organizada

A primeira etapa é garantir que os dados sejam coletados de maneira estruturada. Softwares de CRM, por exemplo, permitem armazenar informações sobre clientes, como histórico de compras, preferências e feedbacks. Assim, a empresa obtém uma base de dados confiável para futuras análises.

2. Análise de Dados

Após coletar os dados, a análise é o passo fundamental para transformá-los em informação. Um analista pode, por exemplo, utilizar os dados de vendas para identificar picos de demanda, preferências de produtos ou perfil de clientes mais frequentes.

3. Visualização dos Dados

A visualização, com gráficos e relatórios, facilita o entendimento dos dados e auxilia na tomada de decisão. Por exemplo, um gráfico que mostra o aumento das vendas no final de cada mês é uma forma de transformar dados em uma informação visualmente clara e acessível.

Exemplos de uso da Informação na gestão empresarial

Vamos agora a exemplos de como as empresas podem usar a diferença entre dados e informação para aprimorar processos e estratégias.

Exemplo 1: Otimização do atendimento ao Cliente

Suponha que uma empresa de e-commerce colete dados sobre o tempo médio de resposta dos atendentes. Se esses dados forem trabalhados, é possível identificar horários em que o atendimento é mais lento e reorganizar os turnos de atendimento. Neste caso, a informação gera valor prático, contribuindo para um serviço de melhor qualidade.

Exemplo 2: Melhoria no controle de estoque

Uma loja de varejo coleta dados de entrada e saída de mercadorias. A análise desses dados permite observar padrões sazonais, como aumento na procura de determinados produtos em datas comemorativas. Essa informação ajuda a planejar compras e evitar falta de estoque, aumentando a satisfação dos clientes.

Exemplo 3: Estratégia de Marketing

Uma empresa que monitora as interações em suas redes sociais coleta uma grande quantidade de dados sobre curtidas, compartilhamentos e comentários. Ao transformar esses dados em informação, ela pode identificar qual conteúdo gera mais engajamento e adaptar suas estratégias de marketing digital para atingir melhor o público-alvo.

Ferramentas de análise de Dados para empresas

Hoje, as empresas contam com diversas ferramentas que auxiliam na coleta e análise de dados, facilitando a transformação em informações úteis. Entre elas:

Google Analytics: Para dados sobre o comportamento dos usuários no site da empresa.

Tutom BI: Ferramentas de visualização e análise de dados, que ajuda a transformar dados em informações intuitivas.

ERP (Sistema de Gestão Empresarial): Para gerenciar e analisar dados de clientes.

Essas ferramentas simplificam a organização e a interpretação dos dados, permitindo que empresas, mesmo as de pequeno porte, possam transformar dados em informações úteis.

A importância da Informação para a tomada de decisões

A diferença entre dados e informação é essencial para a tomada de decisões, pois é a informação que oferece insights valiosos. Decisões baseadas em informações precisas reduzem incertezas e riscos, aumentam a eficiência dos processos e possibilitam uma resposta mais rápida e precisa às mudanças de mercado.

Por exemplo, ao analisar dados de vendas de um trimestre, uma empresa pode identificar quais produtos têm maior saída, quais têm baixo desempenho e onde investir em campanhas para maximizar os resultados.

Como manter a qualidade dos Dados e Informações

Para que a informação seja precisa, é necessário que os dados sejam confiáveis e atualizados. Algumas práticas recomendadas incluem:

Garantir a qualidade dos dados na coleta: Evitar duplicidade e inconsistências nos registros.

Atualizar periodicamente os dados: Manter um banco de dados atualizado e eliminar dados obsoletos.

Investir em segurança da informação: Proteger os dados coletados, especialmente os sensíveis, para evitar vazamentos e garantir a confiança dos clientes.

Conclusão: A diferença entre Dados e Informação e seu impacto nas empresas

Compreender a diferença entre dados e informação permite que as empresas utilizem seu potencial máximo para crescer e se destacar no mercado. Enquanto os dados são a matéria-prima, a informação é o produto final, que traz valor agregado e possibilita decisões mais acertadas.

Empresas que sabem transformar dados em informação possuem uma vantagem competitiva, pois podem antecipar tendências, melhorar a eficiência operacional e oferecer uma experiência aprimorada aos clientes. Portanto, investir em tecnologias de análise de dados e capacitar a equipe para interpretar essas informações são passos essenciais para o sucesso no mercado atual.

Sistema de Gestão Empresarial ERP Tutom

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. O que é dado e o que é informação?

Dados são fatos brutos, enquanto a informação é o resultado da análise e contextualização desses dados, gerando significado.

2. Qual a importância de transformar dados em informação em uma empresa?

A informação ajuda na tomada de decisões estratégicas, melhorando a eficiência e contribuindo para o crescimento da empresa.

3. Como as empresas coletam dados?

Empresas utilizam sistemas de ERP, plataformas de e-commerce e ferramentas de análise para coletar e organizar dados.

4. Qual a diferença entre dados e informação em marketing?

No marketing, dados são números brutos de engajamento, enquanto a informação é a análise que aponta quais campanhas são mais eficazes.

5. Que tipos de dados são importantes para as empresas?

Dados sobre vendas, comportamento do cliente, feedbacks e tendências de mercado são essenciais para a gestão estratégica.

6. Quais ferramentas ajudam na análise de dados?

Ferramentas como Google Analytics, Tutom BI e ERPs são usadas para coletar, analisar e transformar dados em informação.

Você pode se interessar:

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

Black Friday: como um sistema ERP ajuda sua empresa a vender mais e errar menos

Black Friday: como um sistema ERP ajuda sua empresa a vender mais e errar menos

A Black Friday é um dos momentos mais esperados do ano para o comércio. As oportunidades de aumento nas vendas são enormes, mas também surgem desafios: grande volume de pedidos, promoções simultâneas e a necessidade de controle total para evitar erros.


É nesse cenário que entra o papel estratégico de um sistema ERP, o verdadeiro aliado das empresas que querem vender mais e manter a organização durante o período mais agitado do varejo.

 

resultados vencedores na black friday

 

Planejamento e controle: o primeiro passo para o sucesso

Antes da correria começar, o segredo está no planejamento. Empresas que se preparam com antecedência garantem uma operação mais eficiente e segura.
Um ERP centraliza informações de estoque, vendas e compras, permitindo ao gestor planejar promoções e condições especiais sem depender de planilhas ou controles manuais.
Com isso, é possível antecipar a reposição de produtos e ajustar estratégias de venda conforme a demanda prevista.

O resultado é uma operação mais ágil, com menos imprevistos e mais foco no que realmente importa: vender com rentabilidade e atender bem o cliente.

 

Agilidade nas vendas e integração de dados em tempo real

Durante a Black Friday, cada segundo conta.
Um sistema ERP conecta todos os setores da empresa, do caixa ao estoque, garantindo que as informações fluam em tempo real.
Isso significa que, enquanto a equipe de vendas está finalizando pedidos, o estoque é atualizado automaticamente e o financeiro recebe os dados corretos.

Essa integração evita falhas como vender um produto que já acabou ou aplicar um desconto incorreto.
Além disso, o gestor tem uma visão completa do negócio, podendo agir rapidamente diante de qualquer problema.

Empresas que contam com um ERP integrado conseguem responder mais rápido, reduzir gargalos e oferecer uma experiência melhor ao cliente.

 

Redução de erros e aumento da confiança do cliente

Em um período de alto movimento como a Black Friday, pequenos erros podem custar caro.
Falhas em preços, notas fiscais emitidas incorretamente ou promoções mal configuradas prejudicam a imagem da empresa.

Com um ERP, esses riscos diminuem drasticamente.
A automação de processos elimina tarefas manuais e reduz falhas humanas, garantindo mais precisão nas operações.
O cliente percebe essa organização: o pedido é registrado corretamente, o pagamento é processado sem falhas e o produto é entregue no prazo.

E quando o cliente confia, ele volta a comprar, mesmo depois da Black Friday.

 

Promoções inteligentes: tecnologia a favor das ofertas

Outro ponto decisivo para o sucesso é a gestão das promoções.
Com um ERP, é possível criar campanhas de desconto de forma estruturada, segura e com controle total.

O ERP Tutom, da CB Sistemas, conta com um recurso de promoções com data de término configurável, que facilita o controle das ofertas durante a Black Friday.
Isso significa que a empresa pode definir antecipadamente o início e o fim de cada promoção, sem precisar ajustar manualmente os preços durante o evento.

Além de economizar tempo, essa funcionalidade garante que os descontos sejam aplicados corretamente e dentro do prazo, evitando prejuízos e retrabalhos.
Uma solução simples, mas poderosa, que ajuda as empresas a manterem o foco nas vendas e não nas planilhas.

 

Análise de resultados e decisões pós-Black Friday

Depois que as promoções acabam, é hora de entender o que funcionou e o que pode melhorar.
Um ERP permite gerar relatórios detalhados sobre o desempenho das vendas, produtos mais vendidos, margens de lucro e comportamento dos clientes.

Essas informações são fundamentais para avaliar o sucesso da campanha e preparar a empresa para as próximas ações promocionais.
Empresas que utilizam dados para decidir crescem com mais segurança e previsibilidade.

 

Conclusão: tecnologia que impulsiona resultados

A Black Friday pode ser caótica para quem não se prepara, mas para quem usa a tecnologia certa, ela se transforma em uma oportunidade de ouro.
Um sistema ERP é o alicerce para que tudo funcione de forma integrada, eficiente e segura.

O ERP Tutom, da CB Sistemas, é um exemplo de solução completa que ajuda empresas a vender mais e errar menos.
Com funcionalidades que automatizam processos, controlam promoções e organizam o fluxo de informações, o Tutom garante que sua empresa tenha uma Black Friday mais lucrativa e tranquila.

 

👉 Quer descobrir como um ERP pode transformar a próxima Black Friday da sua empresa?
Fale conosco e conheça o ERP Tutom, o sistema de gestão que impulsiona resultados de verdade.

ENTRE EM CONTATO

Fundada em Blumenau, no ano de 1993, a CB Sistemas é uma das principais empresas de tecnologia do setor. Somos especialistas em desenvolvimento de Sistemas de Gestão Empresarial ERP. 

Somos uma empresa de TI de Blumenau para o mundo.