Gestão empresarial: 10 sinais de que sua empresa precisa se organizar melhor

Empresário preocupado com papéis desorganizados, representando dificuldades na gestão empresarial.

A rotina de um empresário ou gestor é cheia de desafios. Com tantas tarefas e decisões para tomar, nem sempre é fácil perceber que a empresa precisa de ajustes na organização. Mas, quando processos desorganizados começam a prejudicar os resultados, fica claro que algo precisa mudar.

Empresário preocupado com papéis desorganizados, representando dificuldades na gestão empresarial.

Se sua empresa enfrenta dificuldades na gestão financeira, tem problemas de estoque, sofre com a falta de informações para tomada de decisão ou sente que está perdendo produtividade, pode ser um sinal de alerta.

Neste artigo, reunimos 10 sinais que indicam que sua empresa precisa se organizar melhor e quais ações podem ser tomadas para resolver esses problemas. Confira!

 

1. Falta de controle financeiro

Um dos primeiros sinais de que uma empresa precisa melhorar sua gestão é a falta de controle financeiro. Se você não sabe exatamente quanto entra e sai do caixa, tem dificuldades para pagar fornecedores ou precisa recorrer a empréstimos com frequência, sua empresa pode estar operando no escuro.

Dashboard financeiro com gráficos de fluxo de caixa e controle de despesas

📌 Soluções para esse problema:

• Registre todas as receitas e despesas da empresa, evitando decisões baseadas em suposições.

• Utilize um ERP para automatizar a gestão financeira e acompanhar o fluxo de caixa em tempo real.

• Defina um planejamento financeiro para antecipar despesas e evitar surpresas.

 

2. Estoque desorganizado

Se a sua empresa enfrenta problemas como falta de produtos no momento da venda ou tem mercadorias paradas por muito tempo, isso pode indicar um descontrole no estoque. Um estoque mal administrado pode gerar prejuízos e comprometer o capital de giro.

estoque desorganizado

📌 Soluções para esse problema:

• Adote uma política de controle de estoque baseada em giro de produtos.

• Use um sistema integrado de gestão para automatizar a reposição e evitar rupturas ou excessos.

 

3. Processos manuais e demorados

Se a sua equipe ainda digita informações manualmente, preenche planilhas ou faz cálculos repetitivos, isso pode estar consumindo tempo e aumentando o risco de erros. A automação é essencial para garantir mais agilidade e eficiência.

processos manuais na empresa

📌 Soluções para esse problema:

• Identifique processos repetitivos e avalie formas de automatizá-los.

• Utilize um ERP para centralizar informações e eliminar a necessidade de preenchimento manual de dados.

• Reduza a dependência de papéis e planilhas, adotando ferramentas digitais para organização e produtividade.

 

4. Falta de informações para tomar decisões

Tomar decisões baseadas em achismos pode trazer grandes prejuízos para qualquer empresa. Se você não tem relatórios claros e atualizados sobre vendas, despesas e rentabilidade, sua gestão pode estar comprometida.

📌 Soluções para esse problema:

• Adote um dashboard de indicadores, permitindo a visualização em tempo real dos principais números do negócio.

• Padronize a coleta de informações para que os relatórios sejam sempre atualizados.

• Utilize um ERP que forneça relatórios detalhados sobre cada setor da empresa.

 

5. Dificuldade na comunicação entre setores

Se cada setor da sua empresa trabalha de forma isolada, sem compartilhar informações, isso pode gerar retrabalho e atrasos. A falta de integração dificulta a colaboração entre as equipes e compromete a eficiência operacional.

equipe confusa e sem comunicação

📌 Soluções para esse problema:

• Utilize ferramentas de comunicação interna para facilitar o compartilhamento de informações.

• Invista em um sistema de gestão integrado, garantindo que todos os setores tenham acesso aos dados necessários.

• Promova reuniões periódicas para alinhar processos e identificar possíveis gargalos.

 

6. Problemas recorrentes no atendimento ao cliente

Se sua empresa recebe muitas reclamações sobre prazos, qualidade do serviço ou demora nas respostas, isso pode indicar falhas no processo de atendimento. Um cliente insatisfeito dificilmente volta a comprar, o que afeta diretamente a reputação da empresa.

📌 Soluções para esse problema:

• Padronize o atendimento e treine a equipe para oferecer um suporte eficiente.

• Monitore indicadores como tempo de resposta e taxa de satisfação dos clientes.

 

7. Falta de planejamento e metas claras

Se sua empresa apenas reage aos problemas em vez de planejar estrategicamente o futuro, é sinal de que falta organização. Sem metas claras, fica difícil definir prioridades e acompanhar o crescimento.

📌 Soluções para esse problema:

• Estabeleça metas de curto, médio e longo prazo para cada área do negócio.

• Utilize indicadores de desempenho (KPIs) para medir os resultados.

• Faça revisões periódicas do planejamento estratégico e ajuste as ações conforme necessário.

 

8. Alta rotatividade de funcionários

Se sua empresa tem dificuldade em reter talentos e o time muda com frequência, isso pode indicar problemas na gestão de pessoas. Um ambiente de trabalho instável afeta a produtividade e aumenta os custos com contratações.

📌 Soluções para esse problema:

• Invista no bem-estar e na capacitação dos colaboradores.

• Estruture um plano de carreira para aumentar a retenção de talentos.

• Realize pesquisas de clima organizacional para entender os desafios internos.

 

9. Baixa produtividade e retrabalho frequente

Se sua equipe parece sempre ocupada, mas os resultados não melhoram, pode haver um problema de produtividade. Processos ineficientes e falta de organização geram desperdício de tempo e dinheiro.

📌 Soluções para esse problema:

• Mapeie os processos internos e elimine etapas desnecessárias.

• Utilize um ERP para otimizar fluxos de trabalho e reduzir retrabalho.

• Defina prazos realistas e monitore a produtividade dos colaboradores.

 

10. Tecnologia defasada ou sistemas caseiros

Se sua empresa ainda depende de planilhas ou de um “sisteminha” feito por um amigo ou sobrinho, isso pode estar limitando o crescimento do seu negócio. Soluções caseiras não têm estrutura profissional para acompanhar a evolução da empresa, o que pode gerar problemas como perda de dados e falta de suporte técnico.

📌 Soluções para esse problema:

• Avalie a necessidade de um ERP robusto e profissional para integrar todos os setores da empresa.

• Invista em tecnologia que ajude a escalar o negócio, evitando retrabalho e falhas.

• Busque soluções desenvolvidas por especialistas, com grande experiência no setor, com suporte técnico e atualizações constantes.

 

Hora de agir!

Se sua empresa apresenta alguns desses sinais, é o momento ideal para investir em organização, automação e processos eficientes.

A CB Sistemas pode ajudar sua empresa a crescer com um ERP completo, que integra finanças, estoque, vendas e muito mais.

🚀 Quer saber como transformar sua gestão? Fale com a nossa equipe e descubra a solução ideal para seu negócio!

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Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

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