Era uma vez… na infância de dois amigos, nasceu o embrião da CB Sistemas.

historia da CB

Podemos dizer que a história da CB Sistemas não começou em 1993, mas muito antes, em uma amizade que nasceu nos corredores do jardim de infância Princesa Isabel. Claudio e André se conheceram aos 4 anos, e desde então, seguiram juntos, como amigos, parceiros de vida e, mais tarde, de negócios com o início da CB Sistemas.

 

historia da CB

 

Ainda adolescentes, Claudio teve o primeiro contato com o mundo da tecnologia ao fazer um curso básico de informática, e logo se tornou o único aluno de sua escola a usar o novo computador, despertando a admiração (e a inveja) dos colegas. Já André, sonhava em ser engenheiro eletrônico, mas foi conquistado pelo universo da informática assim que teve a chance de explorá-lo.

 

No ensino médio, a amizade se consolidou enquanto eles cursavam juntos o Curso Técnico em Processamento de Dados na ETEVI (escola técnica da Universidade de Blumenau). Já não eram apenas amigos de infância, mas também parceiros de curiosidade e aprendizado. No segundo ano do curso técnico, o destino os colocou novamente no mesmo caminho: ambos estagiaram como programadores na mesma empresa, ganhando experiência em programação e aprendendo, desde cedo, a atender e entender as necessidades dos clientes.

 

Porém, a jornada estava apenas começando. Uma reviravolta inesperada aconteceu quando a empresa para a qual trabalhavam de um dia para outro fechou suas portas, deixando funcionários e clientes à deriva. Naquele momento, Claudio atendia um destes clientes próximo a Blumenau, e André estava em Belo Horizonte atendendo um outro cliente da empresa que trabalhavam. Um destes clientes entrou em contato com o Claudio (na época com apenas 17 anos), perguntando se ele poderia assumir o atendimento diretamente. Sem hesitar, ele aceitou o desafio. André enfrentava dificuldades para voltar, pois ainda estava em Minas Gerais, largado pela empresa que trabalhavam, mas ao voltar, reencontrou Claudio, e juntos, começaram a sonhar em criar sua própria empresa. Para iniciarem, entretanto, Claudio abriu a empresa sozinho e André foi trabalhar em outra empresa, mas apenas por pouco tempo.

 

Foi aí que nasceu a CB Sistemas, em 1993, fruto da coragem e visão de dois jovens empreendedores. O nome, CB, veio das iniciais de Claudio Bretzke, e a primeira “sede” foi nada mais, nada menos que um quarto da casa dos pais de Claudio.

 

Os primeiros passos: conquistas, desafios e um pastel decisivo

Pouco tempo depois, André se juntou oficialmente à empresa. A reunião de negócios? Um pastel numa lanchonete, onde a antiga amizade se transformou oficialmente em uma parceria de negócios que continua até hoje. Com André ao seu lado, a CB começou a tomar forma. Juntos, começaram a estruturar a empresa e, com ética e transparência, desafiaram o mercado, decidindo desenvolver softwares para Windows em uma época em que quase todo mundo ainda usava DOS. “Loucos!”, diziam os concorrentes, mas Claudio e André seguiam confiantes.

 

Com clientes chegando e as demandas aumentando, a dupla percebeu que era hora de dar um salto. Eles desenvolveram o primeiro sistema de faturamento para comércio e, apesar de ainda não estar pronto, o venderam com confiança para um cliente que, até hoje, continua sendo atendido pela CB Sistemas.

 

Superando obstáculos: lições de confiança e resiliência

Não foi uma jornada fácil. Entre as conquistas dos primeiros anos, um episódio se destaca: um cliente que havia inicialmente escolhido um software mais barato retornou, meses depois, desesperado, pedindo que a CB Sistemas resolvesse seus problemas. Claudio, com a segurança que só um bom técnico tem, garantiu que, até o fim do dia seguinte, o cliente estaria emitindo notas fiscais pelo sistema da CB. E assim foi.

 

Essas histórias de superação, resiliência e comprometimento definem a trajetória da CB. Quando muitos desistiriam, Claudio e André persistiram.

 

Crescimento e inovação: do quarto dos pais à sede própria

A CB logo deixou para trás o quarto da casa dos pais de Claudio e passou a ocupar escritórios maiores. Em 1995, a CB contratou seu primeiro funcionário e logo investiu na tecnologia da época, como o acesso discado à internet (lembra daquele barulhinho da conexão?). Ter acesso a internet hoje em dia é algo básico, mas naquele momento ainda era algo que poucos utilizavam, principalmente nas empresas, sendo a CB uma das pioneiras na época.

 

Foi nessa época também que nasceu o ERP Tutom, o coração dos sistemas de gestão desenvolvidos pela CB, criado para ser uma solução completa e inovadora para os clientes.

 

A entrada de Paulo: um novo fôlego para a gestão

Com o crescimento da empresa e a expansão das atividades, Claudio e André, ambos de perfil técnico, começaram a sentir a necessidade de uma gestão mais estruturada. Foi então que convidaram Paulo (amigo de longa data) para se juntar à sociedade e assumir a administração da empresa. Paulo, formado em Administração de Empresas e MBA em Gestão Empresarial pela FGV, trouxe uma nova visão gerencial e ajudou a CB a atravessar uma nova fase de crescimento.

 

Com Paulo à frente da gestão, a CB se reorganizou internamente e pôde expandir suas operações, aumentando a equipe, estruturando processos e melhorando a infraestrutura.

 

Hoje e sempre: uma história de sucesso e paixão

Hoje, após mais de 30 anos de história, a CB Sistemas continua crescendo, movida pela mesma paixão e ética que guiaram Claudio e André desde o início. A empresa não é apenas uma fornecedora de software, mas uma parceira de negócios, focada em soluções que ajudam seus clientes a prosperar. Cada linha de código escrita, cada cliente atendido e cada café compartilhado contam uma história de dedicação, superação e inovação.

E assim, a CB Sistemas segue firme, com André, Claudio e Paulo à frente, mas com uma excelente equipe ao seu lado, que fez e faz tudo isso ser possível.

Historia da CB

Hoje, após mais de 30 anos de história, a CB Sistemas continua a crescer, guiada pelos mesmos princípios de ética, inovação e compromisso que definiram sua trajetória desde o início. Cada linha de código, cada cliente atendido e cada café compartilhado contam a história de dedicação e superação de André, Claudio e Paulo, que seguem à frente da empresa com o apoio de uma equipe extremamente capaz e comprometida.

E assim, a CB Sistemas continua a trilhar seu caminho, sempre pronta para os novos desafios que estão por vir.

Você pode se interessar:

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

Tutom 2.193, T3-Server 1.107, NFC-e 1.51, NF-e, 3.59, Tutom App 2.40.0, CB Mobile 2.40

Nesta versão há melhorias no desempenho, assim como ajustes e correções. Tutom 2.193 T3-Server 1.107 NFC-e 1.51 NF-e 3.59 Tutom…
cb-logo-branco

Fundada em Blumenau, no ano de 1993, a CB Sistemas é uma das principais empresas de tecnologia do setor. Somos especialistas em desenvolvimento de Sistemas de Gestão Empresarial ERP. 

Somos uma empresa de TI de Blumenau para o mundo.