Estas são duas definições muito importantes para uma empresa, mas você sabe qual a diferença entre Razão Social e Nome Fantasia?
Bom, para ficar mais claro, vamos inicialmente separar as definições de Razão Social e Nome Fantasia.
O que é Razão Social
A Razão Social é o nome da empresa registrado nos órgãos do governo, junta comercial ou cartório. Ou seja, é o nome formal pelo qual a empresa é identificada. Ela é utilizada em contratos, emissão de notas fiscais, documentos fiscais, entre outros.
Se fôssemos comparar com uma pessoa, a razão social é como se fosse o seu nome completo.
Ao registrar a razão social, é necessário verificar se ela já não é utilizada, pois precisa ser único e não pode ser utilizado por duas empresas. Havendo repetição inviabiliza o registro na Junta Comercial ou Cartório.
Junto a razão social, deve constar sua constituição legal, ou seja, se é EPP, MEI, Ltda, S.A.
Para ficar claro:
- Ltda. – abreviação de Limitada, ou seja, quando há um número limitado de sócios.
- EPP – abreviação de Empresa de Pequeno Porte. Obrigatório para as empresas “limitadas” optantes pelo Simples (com faturamento entre R$ 360.000 e R$ 4.800.000/ano, considerando calendário fiscal).
- ME – abreviação de Microempresa, obrigatório para as optantes pelo Simples (com faturamento até R$ 360.000/ano, considerando calendário fiscal).
- MEI – abreviação de Microempreendedor Individual. Faturamento de até R$ 81.000/ano, considerando calendário fiscal).
- S.A. – abreviação de Sociedade Anônima. Utilizado para empresas de capital aberto, negociado em bolsa de valores por exemplo.
Vamos ver alguns exemplos de razão social:
- CB Sistemas Ltda.
- Banco do Brasil S.A.
- Telefônica Brasil S.A.
- Coca-Cola Indústrias Ltda.
O que é Nome Fantasia
O Nome Fantasia é a forma que a empresa quer ser chamada, podendo ser uma abreviação da razão social ou mesmo um nome totalmente diferente, também conhecido como nome de fachada ou marca empresarial.
Geralmente o nome fantasia é pensado mais para melhor aproveitamento da marca e estratégia de vendas e marketing.
Utilizando como comparação, podemos até dizer que a razão social seria o nome completo da empresa e o nome fantasia seria seu apelido, ou como é mais conhecida. 😉
Vamos ver alguns exemplos de nome fantasia:
- CB Sistemas
- Banco do Brasil
- Vivo
- Coca-Cola
Entendendo a diferença entre razão social e nome fantasia, fica claro que elas têm suas funções que se complementam.
Dicas para definir Razão Social e Nome Fantasia
Antes de definir a razão social e nome fantasia, pense nisso:
- Procure no Google e Facebook se já não existem nomes parecidos com o que você está pensando
- Dentro do possível, é bacana ter no nome fantasia qual o foco da empresa
- Veja se já não existe algum registro de domínio de site para o nome que você pensou. Veja em registro.br
- Anote suas ideias num papel e fale em voz alta. Pense da seguinte forma, se alguém ligar para sua empresa, seria fácil de a outra pessoa entender ao se identificar?
- Evite nomes complexos. Lembre que se você precisar passar endereço do site ou e-mail, e precisar ficar soletrando, já gerou uma dificuldade para a outra pessoa
- Leve suas ideias para seus amigos, muitas vezes boas ideias podem surgir num bom bate papo.
Se você está abrindo sua empresa, já pense também num bom sistema de gestão para ela.
Comece já gerenciando de forma correta seu negócio. Afinal, você não vai querer prejudicar seu sonho 😉
Se quiser saber mais sobre nossas soluções em sistemas de gestão ERP, clique aqui

Força de vendas: o que é, como funciona e como impulsiona empresas
A força de vendas é um dos pilares mais importantes para o crescimento sustentável de qualquer empresa. Mais do que vender, ela conecta o negócio ao mercado, entende o cliente, gera oportunidades e sustenta a previsibilidade de receita. Quando bem estruturada, a força de vendas deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica.
Neste artigo, você vai entender o que é força de vendas, como funciona na prática e como uma força de vendas bem organizada ajuda empresas a crescer com mais controle, eficiência e resultado.

O que é força de vendas
A força de vendas é o conjunto de pessoas, processos e ferramentas responsáveis por levar os produtos ou serviços da empresa até o cliente. Ela envolve desde o primeiro contato comercial até o fechamento da venda e, em muitos casos, também o acompanhamento pós-venda.
Não se trata apenas de vendedores. A força de vendas inclui:
Vendedores internos e externos
Representantes comerciais
Pré vendas e SDRs
Gestores comerciais
Processos definidos de abordagem e negociação
Ferramentas que apoiam o processo comercial
Em empresas mais maduras, a força de vendas atua integrada com marketing, financeiro e operações, garantindo crescimento com organização e margem.
Como funciona a força de vendas na prática
Na prática, a força de vendas funciona como um fluxo contínuo, transformando oportunidades em receita. Esse fluxo costuma seguir etapas bem definidas.

Prospecção e geração de oportunidades
Tudo começa pela identificação de potenciais clientes. A prospecção pode acontecer por diferentes canais:
Indicações de clientes atuais
Leads gerados pelo marketing
Prospecção ativa
Reativação de clientes inativos
Aqui, o foco é qualidade. Uma força de vendas eficiente não tenta vender para todo mundo, mas para quem realmente tem perfil para comprar.
Abordagem e entendimento da necessidade
Após o primeiro contato, o vendedor precisa entender o cenário do cliente. Quanto mais claro estiver o problema ou a necessidade, maior a chance de uma venda bem-sucedida.
Nesse momento, entram habilidades como escuta ativa, diagnóstico e construção de valor. Vender não é empurrar produto, é ajudar o cliente a tomar uma decisão melhor.
Proposta e negociação
Com a necessidade bem mapeada, a força de vendas apresenta a solução. Entram em cena preço, prazo, condições comerciais e diferenciais.
Uma boa negociação preserva margem, demonstra valor e reduz objeções, criando confiança entre as partes.
Fechamento e acompanhamento
O fechamento é consequência de um processo bem conduzido. Em muitas empresas, a força de vendas também acompanha o cliente após a venda, garantindo satisfação e identificando novas oportunidades.
Esse acompanhamento fortalece o relacionamento e aumenta o valor do cliente ao longo do tempo.
Tipos de força de vendas
Nem toda empresa precisa do mesmo modelo de força de vendas. A estrutura ideal depende do tipo de negócio, do ciclo de venda e do perfil do cliente.
Força de vendas interna
É formada por vendedores que atuam de dentro da empresa, utilizando telefone, WhatsApp, e-mail ou videoconferência.
Esse modelo costuma ter menor custo e maior escala, sendo eficiente para vendas recorrentes ou consultivas de médio valor.
Força de vendas externa
A força de vendas externa atua presencialmente, visitando clientes e mantendo relacionamento próximo. É comum em empresas que vendem para varejo físico, distribuidores e indústrias.
Apesar do custo operacional maior, esse modelo costuma gerar maior taxa de conversão em vendas mais complexas.
Modelo híbrido de força de vendas
Cada vez mais comum, combina vendas internas e externas. Parte do processo acontece remotamente, e a visita presencial ocorre quando realmente agrega valor.
Esse modelo aumenta eficiência e melhora o aproveitamento do tempo da equipe.
Como a força de vendas ajuda uma empresa a crescer
Uma força de vendas bem estruturada impacta diretamente diversos indicadores do negócio.
Aumento de faturamento com previsibilidade
Quando a empresa entende seu funil de vendas, passa a prever resultados. Isso permite planejar estoque, equipe, investimentos e fluxo de caixa com mais segurança.
Vendas deixam de ser surpresa e passam a ser gestão.
Melhoria no relacionamento com clientes
Uma força de vendas organizada registra histórico, preferências e negociações. Isso gera atendimentos mais personalizados e aumenta a fidelização.
Cliente bem atendido compra mais e indica.
Redução de desperdícios e retrabalho
Sem processo, cada vendedor trabalha de um jeito. Com processo, a empresa reduz erros, retrabalho e negociações desalinhadas.
Resultado: mais produtividade e menos custo oculto.
Decisões baseadas em dados
Com dados de vendas bem organizados, a gestão consegue responder perguntas essenciais:
Quais produtos vendem mais
Quais clientes são mais rentáveis
Onde estão as maiores oportunidades
Onde o time está perdendo vendas
Decidir com base em dados é sempre mais seguro do que decidir por intuição.
O papel da tecnologia na força de vendas

Hoje, é praticamente impossível falar em força de vendas eficiente sem tecnologia. Sistemas de gestão ajudam a centralizar informações, organizar processos e dar visibilidade para a gestão.
Com apoio tecnológico, a força de vendas consegue:
Consultar histórico de clientes rapidamente
Emitir orçamentos com agilidade
Acompanhar pedidos e comissões
Integrar vendas com estoque e financeiro
Reduzir erros manuais
Além disso, a gestão passa a enxergar o desempenho comercial em tempo real, ajustando estratégias antes que pequenos problemas se tornem grandes prejuízos.
Força de vendas externas e o uso de aplicativos de vendas
A força de vendas externas exige ainda mais organização e agilidade. Vendedores que estão em campo precisam acessar informações com rapidez, registrar pedidos corretamente e manter tudo sincronizado com a empresa.
Nesse cenário, o uso de aplicativos de vendas externas se torna um diferencial competitivo importante.
Com um aplicativo integrado ao sistema de gestão, o vendedor externo consegue:
Consultar cadastro e histórico de clientes
Visualizar produtos, preços e condições comerciais
Emitir pedidos no momento da venda
Evitar anotações manuais e retrabalho interno
Agilizar o atendimento ao cliente
Ao mesmo tempo, a empresa passa a ter visibilidade em tempo real das vendas realizadas fora do escritório.
CB Mobile como apoio à força de vendas externas
Para empresas que trabalham com vendedores externos, o CB Mobile é um aplicativo desenvolvido para apoiar a força de vendas em campo. Ele permite que pedidos sejam realizados diretamente no cliente, com integração ao ERP Tutom.
Na prática, isso significa que informações de vendas, clientes e produtos ficam centralizadas, evitando divergências entre o que foi vendido em campo e o que chega ao financeiro, ao estoque e ao faturamento.
O CB Mobile contribui para:
Mais agilidade no processo de vendas
Redução de erros operacionais
Aumento da produtividade da equipe externa
Melhor experiência para o cliente
Mais controle sobre o processo comercial
Quando a tecnologia apoia a força de vendas, o vendedor vende melhor e a gestão ganha previsibilidade e tranquilidade.
Força de vendas forte exige gestão constante
Um erro comum é acreditar que basta contratar bons vendedores. Sem metas claras, indicadores e acompanhamento, até profissionais experientes perdem desempenho.
Uma força de vendas eficiente exige:
Metas bem definidas
Indicadores claros
Treinamento contínuo
Processos documentados
Ferramentas adequadas
Quando esses elementos estão alinhados, o time vende mais, com menos esforço e mais consistência.
Força de vendas organizada gera crescimento sustentável
Empresas que crescem de forma saudável não dependem apenas de talento individual. Elas constroem processos, utilizam dados e apoiam a força de vendas com tecnologia.
Organização comercial não engessa. Pelo contrário, ela dá liberdade para vender melhor.
Se a sua empresa busca mais controle, previsibilidade e eficiência comercial, vale analisar como sua força de vendas está estruturada hoje e se as ferramentas utilizadas acompanham esse crescimento.
Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas
Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.
Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.
Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.
Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio
Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.
Aqui, vale responder perguntas como:
Qual é a real situação financeira do negócio?
Onde estão os maiores custos e desperdícios?
Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?
Onde a empresa perde eficiência operacional?
Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.
Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.
Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.
Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis
Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.
Compare:
“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”
O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.
Boas perguntas para validar seus objetivos:
Dá para medir esse objetivo?
Ele tem prazo definido?
Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?
Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.
Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais
Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.
Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:
Comercial
Financeiro
Operacional
Atendimento
Compras e estoque
Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.
Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.
Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano
O que não é medido não é gerenciado.
Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.
Alguns exemplos de indicadores estratégicos:
Faturamento mensal
Margem de lucro
Custo operacional
Prazo médio de recebimento
Taxa de crescimento da base de clientes
Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.
Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.
Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico
Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.
Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:
Reuniões mensais para análise de indicadores
Revisões trimestrais do plano
Ajustes rápidos quando o cenário muda
Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento
Planejamento feito sozinho tende a falhar.
É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.
Isso gera:
Mais comprometimento
Mais clareza nas prioridades
Menos resistência às mudanças
Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.
Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia
Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.
Sistemas de gestão permitem:
Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto
Gerar relatórios para tomada de decisão
Acompanhar indicadores em tempo real
Reduzir erros e retrabalho
A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.
Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas
Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.
Empresas que planejam:
Reagem mais rápido
Erram menos
Aproveitam melhor as oportunidades
Crescem com mais consistência
No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.
Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo
Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.
O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.
Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.
Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.
Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio
A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.
O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.
Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.
O que é o imposto do pecado na reforma tributária
O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.
Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.
O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado
A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.
Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.
Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.
Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.
Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio
O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.
Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.
Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.
O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento
Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.
Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.
A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.
Como as empresas podem se preparar desde já
Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.
Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.
Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.
Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.
O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.
Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.
A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.
Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

