Desafios da gestão empresarial e como superá-los

gráfico com indicadores para superar desafios da gestão empresarial

Gerenciar uma empresa no cenário atual é como pilotar em meio a uma tempestade: decisões precisam ser rápidas, certeiras e baseadas em dados concretos. Os desafios da gestão empresarial são muitos — e podem comprometer o crescimento e a sustentabilidade de um negócio. Neste artigo, vamos explorar os principais obstáculos enfrentados por gestores e propor soluções práticas para superá-los com eficiência.

 

1. Falta de visão estratégica

Desafio: Muitas empresas operam no modo “apagar incêndios”, focadas apenas em resolver problemas urgentes do dia a dia. Nesse cenário, decisões importantes são tomadas de forma reativa e sem considerar o impacto no longo prazo. Por exemplo, um gestor pode investir em novos equipamentos sem avaliar se isso está alinhado com os objetivos estratégicos da empresa, comprometendo o orçamento e desviando o foco de áreas prioritárias.

Como superar:

  • Criar um planejamento estratégico com metas de curto, médio e longo prazo;

  • Definir indicadores de desempenho (KPIs);

  • Realizar revisões periódicas e alinhar a equipe em torno dos objetivos traçados.

 

equipe discutindo soluções para desafios da gestão empresarial

 

2. Controle financeiro ineficiente

Desafio: A falta de previsibilidade financeira e a desorganização das contas são obstáculos frequentes. Empresas que não acompanham de perto o fluxo de caixa acabam sofrendo com falta de capital de giro, atrasos em pagamentos e dificuldade para investir. Um exemplo comum é o acúmulo de contas a pagar no fim do mês sem uma reserva planejada, o que obriga o gestor a recorrer a empréstimos emergenciais.

Como superar:

  • Estabelecer um controle de fluxo de caixa diário;

  • Categorizar corretamente receitas e despesas;

  • Utilizar ferramentas que facilitem a visualização de relatórios financeiros confiáveis.

 

3. Processos operacionais desorganizados

Desafio: A ausência de processos definidos gera confusão nas equipes, atrasos nas entregas e retrabalho. Em muitos casos, diferentes colaboradores executam a mesma tarefa de formas distintas, o que causa inconsistência nos resultados. Um exemplo clássico é a área de vendas emitir pedidos sem seguir um padrão, gerando problemas na conferência de estoque e na emissão de notas fiscais.

Como superar:

  • Mapear e documentar os processos principais da empresa;

  • Padronizar rotinas e fluxos de trabalho;

  • Automatizar tarefas repetitivas para reduzir falhas e aumentar a agilidade.

 

4. Falta de integração entre setores

colaboradores de diferentes áreas trocando informações

Desafio: Em muitas empresas, os departamentos operam como “ilhas” isoladas, dificultando a comunicação e a colaboração. Isso gera retrabalho, perda de informações e atrasos em decisões estratégicas. Por exemplo, se o setor de compras não informa ao financeiro sobre uma aquisição relevante, pode comprometer o caixa da empresa.

Como superar:

  • Promover uma cultura colaborativa com reuniões interdepartamentais;

  • Definir processos integrados entre setores;

  • Buscar ferramentas que centralizem informações e possibilitem acesso compartilhado a dados.

 

5. Decisões sem base em dados

gráfico com indicadores para superar desafios da gestão empresarial

Desafio: Quando as decisões são tomadas apenas com base na intuição, aumentam os riscos de erros estratégicos. Muitas empresas ainda tomam decisões importantes sem consultar dados concretos, como relatórios de vendas, desempenho de produtos ou comportamento do cliente. Um exemplo é investir em marketing para um produto que já apresenta queda contínua de demanda, apenas por uma percepção antiga de sucesso.

Como superar:

  • Estabelecer métricas e indicadores que sejam monitorados com frequência;

  • Estimular o uso de relatórios e dashboards nas reuniões de gestão;

  • Capacitar os gestores para a leitura e interpretação de dados.

 

6. Resistência à mudança

Desafio: Em tempos de transformação digital, muitas equipes demonstram resistência a novas tecnologias ou processos. Isso pode atrasar a evolução da empresa e impedir que ela acompanhe o mercado. Um exemplo prático é a implantação de um novo sistema de gestão: quando não há preparo e comunicação adequada, a equipe pode rejeitar a ferramenta, insistindo nos métodos antigos e menos eficientes.

Como superar:

  • Comunicar de forma clara os motivos e benefícios das mudanças;

  • Promover treinamentos e capacitação da equipe;

  • Envolver os colaboradores no processo de melhoria, tornando-os parte da solução.

Os desafios da gestão empresarial são reais, mas podem ser superados com planejamento, organização e uma postura aberta à inovação. Quando a liderança assume um papel estratégico e investe em boas práticas, a empresa consegue crescer com mais estabilidade e segurança. A chave está em identificar os gargalos e agir com foco e consistência.

 

Como a CB Sistemas pode ajudar

Na CB Sistemas, acompanhamos de perto os desafios enfrentados por empresas de todos os portes. Foi com base nessa vivência que desenvolvemos o ERP Tutom — uma solução que apoia gestores na organização, no controle e na análise do negócio, com simplicidade e eficiência.

Se você busca uma ferramenta para ajudar na sua rotina de gestão, conheça o ERP Tutom e fale com nosso time. Estamos prontos para ajudar você a crescer com mais controle e segurança.

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Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Boas práticas para um planejamento estratégico eficiente nas empresas

Planejamento estratégico não é luxo nem exercício teórico para grandes corporações. Ele é, cada vez mais, uma necessidade prática para empresas que querem crescer com segurança, manter rentabilidade e tomar decisões melhores ao longo do ano.

Em um cenário de margens pressionadas, mudanças fiscais, concorrência acirrada e clientes mais exigentes, improvisar custa caro. Por isso, estruturar um bom planejamento estratégico deixou de ser opcional.

Neste artigo, você vai entender boas práticas essenciais para construir um planejamento estratégico eficiente, aplicável à realidade das pequenas e médias empresas brasileiras.

 

Boa prática 1: comece com um diagnóstico realista do negócio

Todo planejamento estratégico eficiente começa com um diagnóstico honesto da situação atual da empresa.

Aqui, vale responder perguntas como:

  • Qual é a real situação financeira do negócio?

  • Onde estão os maiores custos e desperdícios?

  • Quais produtos, serviços ou clientes são mais rentáveis?

  • Onde a empresa perde eficiência operacional?

Esse diagnóstico precisa ser baseado em dados, não apenas em percepção.

Empresas que usam sistemas de gestão conseguem fazer esse levantamento com muito mais clareza, analisando faturamento, custos, estoque, vendas e resultados de forma integrada.

Sem esse ponto de partida, qualquer meta vira chute.

 

Boa prática 2: defina objetivos estratégicos claros e mensuráveis

Objetivo estratégico precisa ser claro, específico e mensurável.

Compare:

“Queremos crescer no próximo ano.”
versus
“Aumentar o faturamento em 15% mantendo a margem atual.”

O segundo direciona decisões. O primeiro gera discurso.

Boas perguntas para validar seus objetivos:

  • Dá para medir esse objetivo?

  • Ele tem prazo definido?

  • Ele está alinhado com a capacidade atual da empresa?

Poucos objetivos bem definidos são melhores do que muitos objetivos genéricos.

 

Boa prática 3: transforme objetivos em metas operacionais

Planejamento estratégico só funciona quando sai do nível conceitual e chega à operação.

Cada objetivo precisa ser desdobrado em metas claras para as áreas envolvidas, como:

  • Comercial

  • Financeiro

  • Operacional

  • Atendimento

  • Compras e estoque

Por exemplo, se o objetivo é melhorar o resultado financeiro, as metas podem envolver redução de custos, melhoria no giro de estoque, aumento do ticket médio ou redução da inadimplência.

Aqui, clareza é tudo. Cada gestor precisa saber exatamente qual é sua responsabilidade dentro do plano.

 

Boa prática 4: utilize indicadores para acompanhar o plano

O que não é medido não é gerenciado.

Definir indicadores é essencial para acompanhar se o planejamento estratégico está funcionando ou se ajustes são necessários.

Alguns exemplos de indicadores estratégicos:

  • Faturamento mensal

  • Margem de lucro

  • Custo operacional

  • Prazo médio de recebimento

  • Taxa de crescimento da base de clientes

Esses indicadores precisam ser acompanhados com frequência, não apenas no fim do ano.

Acompanhar números em tempo real ajuda o gestor a agir antes que pequenos desvios virem grandes problemas.

 

Boa prática 5: crie uma rotina de acompanhamento estratégico

Planejamento estratégico não é evento anual. Ele é processo contínuo.

Uma boa prática é criar uma rotina fixa de acompanhamento, como:

  • Reuniões mensais para análise de indicadores

  • Revisões trimestrais do plano

  • Ajustes rápidos quando o cenário muda

Empresas que acompanham de perto conseguem corrigir rota mais cedo e aproveitam oportunidades com mais agilidade.

 

Equipe reunida para planejamento estratégico empresarial

 

Boa prática 6: envolva as pessoas certas no planejamento

Planejamento feito sozinho tende a falhar.

É fundamental envolver lideranças e pessoas-chave da empresa, tanto na construção quanto na execução do plano.

Isso gera:

  • Mais comprometimento

  • Mais clareza nas prioridades

  • Menos resistência às mudanças

Quando o time entende o porquê das decisões, a execução flui melhor.

 

Boa prática 7: utilize tecnologia como aliada da estratégia

Planejamento estratégico exige visão do todo. E isso só é possível quando as informações estão centralizadas, organizadas e confiáveis.

Sistemas de gestão permitem:

  • Analisar dados financeiros, comerciais e operacionais em conjunto

  • Gerar relatórios para tomada de decisão

  • Acompanhar indicadores em tempo real

  • Reduzir erros e retrabalho

A tecnologia não substitui o gestor, mas dá a ele visão, velocidade e segurança para decidir melhor.

 

Planejamento estratégico não elimina riscos, mas reduz surpresas

Nenhum planejamento impede mudanças de mercado, crises ou imprevistos. Mas ele reduz drasticamente decisões no escuro.

Empresas que planejam:

  • Reagem mais rápido

  • Erram menos

  • Aproveitam melhor as oportunidades

  • Crescem com mais consistência

No fim das contas, planejamento estratégico é sobre ganhar controle em um ambiente cada vez mais incerto.

 

Como a CB Sistemas pode apoiar esse processo

Se a reforma tributária, a pressão por resultados ou a falta de visibilidade do negócio têm tirado seu sono, vale refletir sobre o quanto sua empresa tem dados confiáveis para planejar.

O ERP da CB Sistemas ajuda empresas a organizar informações financeiras, comerciais e operacionais em um único lugar, criando uma base sólida para decisões estratégicas.

Com dados claros, planejamento deixa de ser aposta e passa a ser estratégia.

Se fizer sentido para o seu negócio, vale conversar com nosso time e entender como podemos ajudar sua empresa a planejar com mais segurança e eficiência.

 

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

Imposto do pecado: como a reforma tributária impacta seu negócio

A reforma tributária brasileira trouxe mudanças estruturais importantes, e uma delas tem chamado a atenção de empresários e gestores de diferentes segmentos: o chamado imposto do pecado. Apesar do nome informal, o tema é sério e pode gerar impactos diretos nos custos, na precificação e no planejamento das empresas.

O imposto do pecado faz parte do novo modelo tributário proposto e tem como objetivo tributar de forma adicional produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Para o gestor, entender como esse imposto funciona é essencial para evitar surpresas e tomar decisões mais estratégicas diante de um cenário de transformação fiscal.

Mesmo empresas que não atuam diretamente com os produtos afetados precisam acompanhar o tema de perto, pois os efeitos da reforma tributária podem se espalhar por toda a cadeia produtiva.

 

O que é o imposto do pecado na reforma tributária

O imposto do pecado é o nome popular dado ao imposto seletivo, um tributo previsto na reforma tributária que incide sobre produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. A lógica por trás desse imposto é desestimular o consumo desses itens por meio de uma carga tributária mais elevada.

Diferente do novo IVA, que busca simplificar e unificar tributos sobre o consumo, o imposto seletivo tem caráter específico. Ele não substitui outros impostos, mas atua de forma complementar, aplicando alíquotas adicionais conforme o tipo de produto.

O apelido “imposto do pecado” surgiu justamente por atingir itens que historicamente já enfrentam tributação elevada, como bebidas alcoólicas e cigarros. No entanto, a proposta vai além desses produtos tradicionais e pode incluir outros itens conforme a regulamentação avance.

 

imposto do pecado na reforma tributária e impacto nas empresas

 

Quais produtos podem ser afetados pelo imposto do pecado

A lista definitiva dos produtos que serão impactados pelo imposto do pecado ainda depende de regulamentação. Mesmo assim, alguns grupos já são amplamente citados nos debates sobre a reforma tributária.

Entre eles estão bebidas alcoólicas, cigarros e produtos derivados do tabaco, além de bebidas açucaradas. Esses itens costumam ser associados a políticas de saúde pública e, por isso, aparecem com frequência nas propostas de tributação seletiva.

Outro ponto importante envolve produtos com impacto ambiental relevante. Itens cuja cadeia produtiva gera altos níveis de poluição ou degradação ambiental também podem ser enquadrados nesse imposto.

Para as empresas, o cuidado aqui é essencial. Mesmo quem não comercializa diretamente esses produtos pode sentir efeitos indiretos, como aumento no custo de insumos, mudanças na demanda ou impacto no comportamento do consumidor final.

 

Como o imposto do pecado pode impactar seu negócio

O impacto mais imediato do imposto do pecado tende a ser o aumento de custos. Com uma carga tributária maior, o preço final dos produtos pode subir, pressionando margens e exigindo ajustes na precificação.

Esse cenário também afeta o planejamento financeiro. Empresas que não acompanham de perto as mudanças tributárias correm o risco de serem surpreendidas por custos não previstos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e a competitividade no mercado.

Além disso, a reforma tributária reforça a necessidade de análises mais frequentes. Simular cenários, entender a composição dos custos e avaliar impactos antes que eles ocorram passa a ser uma prática cada vez mais importante para a gestão.

 

O impacto do imposto do pecado na gestão e no planejamento

Mais do que um tema fiscal, o imposto do pecado traz reflexos diretos na gestão empresarial. Mudanças tributárias exigem dados confiáveis, informações organizadas e capacidade de análise para apoiar decisões estratégicas.

Empresas que mantêm controles atualizados conseguem avaliar com mais precisão como um novo imposto afeta seus resultados. Isso permite agir de forma preventiva, revisando preços, ajustando estratégias e evitando decisões tomadas apenas sob pressão.

A reforma tributária também reforça a importância de uma gestão menos reativa e mais planejada. Em vez de lidar com impactos apenas quando eles aparecem, o gestor passa a ter um papel ainda mais estratégico na antecipação de cenários.

 

Como as empresas podem se preparar desde já

Embora a regulamentação do imposto do pecado ainda esteja em andamento, as empresas já podem adotar algumas boas práticas para se preparar.

Acompanhar a evolução da legislação é o primeiro passo. Entender quais produtos podem ser afetados e quais critérios serão utilizados ajuda a evitar interpretações equivocadas no futuro.

Também é importante revisar cadastros de produtos, classificações fiscais e informações tributárias. Dados inconsistentes dificultam análises e aumentam o risco de erros em um cenário de mudanças.

Por fim, investir em organização e controle permite simular impactos, ajustar estratégias e tomar decisões com mais segurança. Em um ambiente tributário mais complexo, informação de qualidade se torna um diferencial competitivo.

 

O imposto do pecado é apenas um dos muitos pontos que a reforma tributária traz para a mesa do empresário. O cenário exige mais atenção, mais análise e, principalmente, mais segurança na tomada de decisão. Custos, preços e planejamento passam a depender cada vez mais de informações confiáveis e de uma gestão bem estruturada.

 

Se a reforma tributária tem tirado o seu sono ou gerado insegurança sobre impactos fiscais no seu negócio, é um sinal claro de que a gestão precisa estar ainda mais organizada. Ter controle sobre dados, cadastros, relatórios e informações fiscais faz toda a diferença em momentos de mudança.

A CB Sistemas atua há mais de 30 anos ajudando empresas a organizar sua gestão, ganhar clareza sobre números e tomar decisões com mais tranquilidade. Nossas soluções foram desenvolvidas para dar suporte ao gestor em cenários complexos, oferecendo mais segurança, controle e visão estratégica.

Se você entende que sua empresa precisa estar preparada para as mudanças da reforma tributária, vale conhecer como a CB pode ajudar nesse processo. Estamos à disposição para conversar, entender sua realidade e apoiar sua gestão com mais confiança e previsibilidade.

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Nesta versão há melhorias no desempenho, assim como ajustes e correções. Tutom 2.193 T3-Server 1.107 NFC-e 1.51 NF-e 3.59 Tutom…
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