Como organizar compras em loja de tintas sem comprometer o caixa

Gestor e colaboradora analisando compras em uma loja de tintas com tablet
Gestão para lojas de tintas

Como organizar compras em loja de tintas sem comprometer o caixa

Comprar bem não é encher o estoque nem conseguir o maior desconto. É saber onde colocar o dinheiro da empresa para que ele volte ao caixa com margem e no tempo certo.

Por , CEO da CB Sistemas Gestão de compras, estoque e fluxo de caixa

Entender como organizar compras em loja de tintas é muito mais do que manter as prateleiras abastecidas. Toda compra define onde uma parte do dinheiro da empresa ficará aplicada e quanto tempo poderá levar para voltar ao caixa.

Na prática, como organizar compras em loja de tintas exige olhar menos para a empolgação da negociação e mais para o que acontece dentro da operação. O produto vende? Em qual ritmo? Há saldo suficiente? A margem compensa? O prazo de pagamento combina com o tempo necessário para receber a venda?

Boa parte dos problemas de estoque nasce quando essas perguntas deixam de ser feitas.

A loja compra para não faltar, aumenta a quantidade para ganhar desconto e, pouco tempo depois, está com algumas prateleiras cheias, produtos importantes em falta e o financeiro sem folga.

Comprar bem não significa comprar muito nem escolher sempre o menor preço. Significa colocar o dinheiro da empresa nos produtos com maior chance de venda, na quantidade adequada e dentro de uma condição que o caixa consiga suportar.

Gestor e colaboradora analisando compras em uma loja de tintas com tablet
1

Comece pelas vendas

O histórico da loja deve orientar o pedido antes de qualquer promoção apresentada pelo fornecedor.

2

Proteja o caixa

Defina um orçamento e verifique se a mercadoria poderá ser vendida antes do vencimento da compra.

3

Acompanhe o giro

Produto parado precisa gerar uma decisão. Caso contrário, o dinheiro continuará preso no estoque.

Estoque cheio não é sinal de caixa saudável

Uma loja de tintas precisa de variedade. Existem linhas econômicas, profissionais e premium, além de acabamentos, embalagens, cores prontas, bases, massas, fundos, solventes, ferramentas e acessórios.

O problema começa quando variedade vira acúmulo.

É comum a loja manter linhas parecidas, embalagens com pouca procura ou produtos comprados porque faziam parte de uma campanha. Cada item parece representar pouco. Somados, consomem uma parcela importante do capital de giro.

Esse dinheiro pode fazer falta para pagar impostos, salários, fornecedores ou repor justamente os produtos que mais vendem.

Por isso, estoque não deveria ser analisado apenas pela quantidade ou pelo valor total. O gestor precisa saber quanto gira, quanto está parado e por que cada grupo de produtos está ali.

Não considero todo estoque alto um problema. Em alguns períodos, a empresa precisa se preparar para uma campanha ou para um aumento esperado nas vendas.

O ponto é conseguir explicar a razão da compra. Quando ninguém sabe dizer por que determinada quantidade foi adquirida, existe uma boa chance de a decisão ter começado no fornecedor, e não na necessidade da loja.

A compra deve começar pelo histórico de vendas

Muitos pedidos ainda começam quando o representante apresenta uma promoção, uma nova linha ou uma condição especial.

Essa conversa faz parte da rotina. O conflito aparece quando a meta do fornecedor passa a orientar a decisão da loja.

Antes de abrir a tabela comercial, vale olhar para dentro da empresa.

Quanto o produto vendeu nos últimos meses? Qual é o saldo disponível? Há mercadoria a caminho? Existem itens semelhantes que disputam a mesma venda? Qual margem esse produto deixa?

Um bom controle de estoque ajuda a separar percepção de realidade.

A memória da equipe pode enganar. Um produto parece vender muito porque é lembrado com frequência, mas os números mostram uma saída pequena. Outro quase não chama atenção, embora venda um pouco todos os dias.

Quando vendas, estoque e pedidos pendentes são analisados juntos, esse tipo de erro diminui bastante.

A compra precisa nascer do comportamento real do balcão. A tabela do fornecedor entra depois, como parte da negociação, não como ponto de partida.

Defina quanto pode ser comprado antes de montar o pedido

Na minha visão, esta é uma das regras mais importantes: o orçamento vem antes da negociação.

Muitas empresas fazem o contrário. Primeiro escolhem produtos e quantidades. Depois entregam os vencimentos ao financeiro, que precisa encontrar uma forma de encaixar esses compromissos.

Quando isso vira rotina, o caixa trabalha sempre no limite.

Um planejamento de compras responsável considera o saldo disponível, as contas já assumidas, os recebimentos previstos e uma reserva para imprevistos.

Essa reserva é necessária porque clientes atrasam, despesas surgem e as vendas podem ficar abaixo da expectativa.

O orçamento não precisa ser uma trava absoluta. Uma oportunidade realmente boa pode justificar uma revisão. Mas o gestor deve saber qual compromisso será assumido, quando a mercadoria tende a ser vendida e de onde virá o dinheiro para pagar a compra.

Comprar primeiro e tentar resolver depois não é flexibilidade. É apenas transferir a pressão para o financeiro.

Desconto e bonificação precisam passar pela mesma conta

Desconto progressivo costuma ser sedutor. Quanto maior o pedido, menor fica o custo de cada unidade.

O problema é que o custo unitário conta apenas uma parte da história.

Imagine um produto que venda dez unidades por mês. O fornecedor oferece uma condição especial para a compra de cem unidades. A economia aparece na nota, mas a loja está trazendo cerca de dez meses de estoque.

Nesse período, a demanda pode cair, a embalagem pode mudar ou outra linha pode ganhar espaço. Há ainda espaço ocupado, risco de avaria, conferência e a possibilidade de vender o saldo com margem menor.

A bonificação merece o mesmo cuidado.

Quando a loja precisa aumentar bastante o pedido para receber unidades extras, a mercadoria gratuita pode apenas disfarçar uma compra maior do que a operação suporta.

A pergunta que ajuda é simples: quanto tempo a loja levará para vender tudo isso?

Quando a resposta não é clara, o desconto ou a bonificação ainda não provaram que representam um bom negócio.

Use a curva ABC sem transformar a ferramenta em piloto automático

A curva ABC ajuda a definir prioridades.

Produtos da classe A costumam exigir acompanhamento frequente, porque têm maior peso nas vendas ou no resultado. Os itens da classe B pedem atenção intermediária. Já os produtos da classe C normalmente precisam de estoques mais enxutos.

Mas a classificação não resolve tudo sozinha.

Um acessório de baixo valor pode completar uma venda. Um produto com giro alto pode deixar pouca margem. Outro vende menos, mas atende um público estratégico.

A curva ABC deve ser combinada com margem, frequência de venda, prazo de reposição e importância comercial.

Ela organiza o raciocínio. Não substitui o julgamento do gestor.

Para aprofundar essa análise, veja também o conteúdo sobre curva ABC em loja de tintas .

Revise o mix antes de aumentar o estoque

Uma loja de tintas precisa oferecer escolha, mas isso não significa manter todas as linhas disponíveis no mercado.

Quando existem muitas marcas e produtos semelhantes, as vendas acabam divididas. Nenhum item gira bem, embora todos exijam alguma quantidade em estoque.

Revisar o mix não é empobrecer a loja. É decidir melhor.

Algumas marcas são importantes para o posicionamento. Outras atendem perfis diferentes de clientes. Há também linhas que permanecem porque sempre estiveram ali.

O gestor precisa observar vendas, margem, procura, diferenciação e facilidade de reposição.

Também vale analisar se uma nova linha realmente aumentará as vendas ou apenas dividirá o giro com produtos que a empresa já mantém.

Às vezes, oferecer menos opções bem escolhidas é melhor do que manter uma variedade enorme sem profundidade nos itens certos.

Estoque mínimo e ponto de reposição evitam compras no susto

Esperar o produto acabar para emitir um pedido quase sempre piora a negociação.

A loja perde tempo, aceita frete mais caro e compra com pressa. Em algumas situações, perde a venda.

O estoque mínimo cria uma margem de segurança. Ele deve considerar o consumo médio, o prazo do fornecedor e possíveis variações na procura.

Já o ponto de reposição indica quando o novo pedido precisa ser feito.

Esses números não podem ser iguais para todo o mix. Uma tinta branca de alta saída exige uma proteção diferente de um acabamento específico vendido poucas vezes.

Também precisam ser revistos. A média de vendas muda, o fornecedor altera o prazo e o comportamento dos clientes se transforma.

Configurar os números uma vez e nunca mais olhar para eles é quase o mesmo que não ter parâmetro algum.

Esse acompanhamento fica mais seguro quando a loja mantém um controle de estoque para loja de tintas estruturado e atualizado.

O prazo do fornecedor precisa conversar com o prazo do cliente

Negociar mais dias para pagar é importante, mas não basta olhar o vencimento da compra.

A empresa precisa saber se a mercadoria será vendida e recebida antes dessa data.

Uma loja pode comprar com 35 dias de prazo e vender boa parte dos produtos parcelada no cartão ou no crediário. A venda aparece no relatório, mas o dinheiro ainda não entrou quando chega a hora de pagar o fornecedor.

Por isso, prazo de pagamento, prazo de recebimento e velocidade de venda precisam ser analisados juntos.

A melhor negociação nem sempre é a que oferece o menor preço. Em alguns casos, vale mais ter entregas frequentes, quantidades mínimas menores, frete previsível ou possibilidade de troca.

Um fornecedor confiável, que repõe com rapidez, pode permitir que a loja trabalhe com menos estoque e preserve dinheiro.

Categorias diferentes precisam de regras diferentes

Produtos de alto giro

Podem ser repostos com maior frequência e em lotes menores, desde que o fornecedor ofereça entregas confiáveis.

Itens específicos

Em alguns casos, devem ser comprados apenas quando existe uma venda encaminhada ou uma demanda comprovada.

Bases tintométricas

Precisam estar disponíveis, mas a quantidade de cada base deve acompanhar o histórico real de utilização.

Acessórios e complementos

Têm dinâmica própria e podem aumentar o valor da venda, mas também exigem atenção para não criar excesso.

Tintas imobiliárias têm um comportamento. Produtos para madeira, metal e piso seguem outro. Massas, fundos, solventes, rolos, pincéis e fitas também apresentam ritmos próprios.

Comprar tudo com a mesma regra cria excesso em algumas categorias e falta em outras.

A sazonalidade também não afeta todas as categorias da mesma maneira. Clima, reformas e atividade da construção podem aumentar a procura, mas o melhor guia continua sendo o histórico da própria loja.

Quando houver muita incerteza, prefiro uma compra dividida em etapas. O primeiro pedido atende o cenário mais provável. As reposições seguintes acompanham o que realmente estiver acontecendo.

É menos empolgante, mas muito mais seguro para o caixa.

Produto parado precisa gerar uma decisão

Toda loja tem mercadorias que ficaram para trás.

Algumas foram compradas por expectativa de venda. Outras vieram em campanhas. Há também produtos que perderam espaço depois da entrada de uma nova linha.

O pior caminho é deixar esses produtos esquecidos e torcer para que o tempo resolva.

O gestor pode negociar uma troca, montar uma campanha, criar combinações com outros produtos ou ajustar o preço.

Em alguns casos, será necessário aceitar uma margem menor para recuperar parte do dinheiro.

Também é importante entender a causa. A equipe não conhecia o produto? O preço estava fora do mercado? A quantidade foi exagerada? A linha não combinava com o perfil dos clientes?

Sem responder a essas perguntas, a empresa vende o saldo e prepara o próximo erro.

O cuidado com margem também precisa permanecer nessa decisão. Veja o artigo sobre como calcular margem em loja de tintas .

Crie uma rotina simples de compras

Empresa pequena também precisa de processo. Isso não significa burocracia.

Itens de maior giro podem ser revisados toda semana. Produtos intermediários entram em uma análise quinzenal. Mercadorias de baixa saída merecem uma revisão mensal.

Nessa rotina, a equipe precisa olhar vendas recentes, saldo atual, pedidos pendentes, itens sem movimentação e orçamento disponível.

Compras, estoque, vendas e financeiro devem participar da decisão, ainda que a conversa dure poucos minutos.

Vendas percebe mudanças na procura. O estoque conhece divergências e mercadorias em trânsito. O financeiro sabe quanto a empresa consegue assumir.

Quando essas informações se encontram, uma área deixa de resolver o próprio problema criando outro para a empresa.

O ERP reduz o trabalho de juntar as peças

Quando vendas, estoque, compras e financeiro funcionam em controles separados, cada decisão exige uma investigação.

Um relatório mostra uma informação. A planilha apresenta outra. Alguém precisa confirmar se a mercadoria chegou ou ainda está a caminho.

Um ERP reúne os dados em uma mesma base.

Com um Sistema de Gestão, o gestor consulta histórico de vendas, saldo disponível, pedidos de compra, mercadorias em trânsito e compromissos financeiros.

Também consegue identificar excesso de estoque, produtos sem movimentação, itens com falta recorrente e alterações de margem.

O ERP não deveria escolher sozinho o que a loja precisa comprar. Essa decisão continua sendo do gestor.

O papel do software de gestão empresarial é apresentar uma visão mais completa e reduzir decisões tomadas com informações pela metade.

Esse é um dos motivos pelos quais o sistema para loja de tintas precisa integrar estoque, compras, vendas e financeiro.

Acompanhe poucos indicadores, mas use os números

Não é necessário encher a gestão de relatórios.

O giro de estoque revela quantas vezes a mercadoria foi renovada em determinado período. A cobertura indica por quantos dias o saldo atual deve atender às vendas.

Indicador O que ele ajuda a enxergar Sinal de atenção
Giro de estoque A velocidade com que os produtos são vendidos e repostos Mercadorias que permanecem por períodos cada vez maiores
Cobertura de estoque Por quantos dias o saldo atual deve atender à demanda Quantidade muito acima da necessidade de venda
Estoque sem movimentação Quanto dinheiro está aplicado em produtos parados Crescimento contínuo do valor sem movimentação
Ruptura Quais produtos faltam no momento da venda Falta frequente de itens importantes
Compras emergenciais O quanto a empresa depende de pedidos feitos com urgência Compras urgentes se repetindo toda semana

Também vale acompanhar o prazo médio de pagamento e o prazo médio de recebimento.

Quando a loja precisa comprar com urgência toda semana, alguma coisa está errada no ponto de reposição, na organização dos pedidos ou na confiabilidade do estoque.

Indicador só tem valor quando leva a uma decisão. Relatório que ninguém consulta é apenas mais uma tela aberta no sistema.

Para complementar essa rotina, consulte o conteúdo sobre indicadores para loja de tintas .

Uma sequência prática antes de confirmar o pedido

  1. Conferir o saldo e as vendas recentes.
  2. Verificar quais itens chegaram ao ponto de reposição.
  3. Consultar pedidos ainda não entregues.
  4. Separar os produtos por prioridade.
  5. Identificar excesso e mercadorias sem movimentação.
  6. Confirmar o orçamento disponível.
  7. Comparar preço, prazo, frete e quantidade mínima.
  8. Avaliar os vencimentos no fluxo de caixa.
  9. Registrar exceções e os motivos da decisão.
  10. Acompanhar a entrega e conferir o recebimento.

Não existe nada revolucionário nessa lista. O resultado vem de fazer o básico com consistência.

Os sinais de alerta aparecem cedo

A loja raramente perde o controle das compras de uma hora para outra.

O estoque cresce mais rápido do que as vendas. Produtos importantes começam a faltar. O financeiro é surpreendido por vencimentos. Compras urgentes viram parte da rotina.

Também aparecem mercadorias antigas, descontos agressivos para limpar saldo e pedidos feitos sem considerar o que ainda está em trânsito.

Quando isso acontece, o processo perdeu ligação com as vendas e com a capacidade financeira da empresa.

Quanto mais cedo o gestor perceber, menor será o custo para corrigir.

Comprar melhor é escolher conscientemente onde assumir riscos

Nenhuma loja cresce sem comprar.

Em alguns momentos, será necessário aumentar o estoque, apostar em uma nova linha, preparar uma campanha ou aproveitar uma condição comercial.

Empreender envolve risco. A diferença está entre o risco calculado e aquele que a empresa assumiu sem perceber.

Quando existe um objetivo claro, um orçamento definido e uma expectativa de venda apoiada por dados, a decisão pode ser acompanhada e corrigida.

No fim, como organizar compras em loja de tintas tem muito mais relação com gestão do que com a habilidade de pedir desconto. É decidir onde colocar o dinheiro da empresa, por quanto tempo ele poderá ficar no estoque e em quais condições deverá voltar para o caixa.

Quando essa escolha é feita com informação, critério e responsabilidade, a loja compra melhor, trabalha com mais tranquilidade e cresce sobre uma base mais saudável.

Sua loja pode comprar melhor sem trabalhar com o caixa no limite

Quando compras, estoque, vendas e financeiro estão conectados, o gestor deixa de decidir no escuro e passa a enxergar o impacto de cada pedido antes de assumir o compromisso.

A CB Sistemas ajuda lojas de tintas a organizarem a operação com um ERP desenvolvido para dar mais controle, segurança e qualidade às decisões.

Fale com a CB Sistemas

Perguntas frequentes sobre compras em lojas de tintas

Como saber quanto comprar para uma loja de tintas?

A quantidade deve considerar o histórico de vendas, o saldo atual, os pedidos ainda não recebidos, o prazo do fornecedor, o estoque mínimo e o orçamento disponível. Comprar apenas pela percepção da equipe aumenta o risco de excesso ou falta.

Como evitar que as compras prejudiquem o caixa?

A loja deve definir um orçamento antes de montar o pedido e comparar o prazo de pagamento com o tempo necessário para vender e receber a mercadoria. Descontos e bonificações só fazem sentido quando a quantidade comprada consegue girar.

A curva ABC ajuda nas compras de uma loja de tintas?

Sim. A curva ABC ajuda a identificar os produtos com maior participação nas vendas ou no resultado. No entanto, a classificação deve ser analisada junto com margem, frequência de venda, importância comercial e prazo de reposição.

Comprar mais para ganhar desconto sempre compensa?

Não. O desconto pode ser menor do que o custo provocado pelo dinheiro parado, pelo espaço ocupado, pelo risco de avaria e pela necessidade de vender o saldo com margem reduzida. A loja deve calcular quanto tempo levará para vender a quantidade.

Como um ERP ajuda a organizar as compras?

O ERP reúne vendas, estoque, pedidos de compra, mercadorias em trânsito e informações financeiras. Assim, o gestor consegue analisar a necessidade real de reposição e o impacto da compra antes de emitir o pedido.

Você pode se interessar:

Fluxo de caixa para loja de material de construção: guia

Fluxo de caixa para loja de material de construção: guia

Veja como organizar entradas, saídas, compras, recebimentos e projeções financeiras para manter o caixa de uma loja de material de…
Como precificar produtos em loja de material de construção

Como precificar produtos em loja de material de construção

Veja como precificar produtos em loja de material de construção com mais segurança, considerando custos, margem, giro de estoque, descontos,…
Controle de entregas em loja de material de construção: como evitar erros, atrasos e retrabalho

Controle de entregas em loja de material de construção: como evitar erros, atrasos e retrabalho

Veja como organizar o controle de entregas em loja de material de construção, desde o pedido de venda até a…

Fundada em Blumenau, no ano de 1993, a CB Sistemas é uma das principais empresas de tecnologia do setor. Somos especialistas em desenvolvimento de Sistemas de Gestão Empresarial ERP. 

Somos uma empresa de TI de Blumenau para o mundo.