História do primeiro vírus de computador

Nos dias atuais os vírus realmente causam sérios danos, mas no início eram um tanto inofensivos, quase uma brincadeira.

Computer Virus
Um pouco de história

O primeiro vírus que atacou uma máquina IBM Série 360 (e reconhecido como tal), foi chamado Creeper, criado em 1971 por Robert Thomas Morris. Este programa emitia periodicamente na tela a mensagem: “I’m a creeper… catch me if you can!” (Sou uma trepadeira, agarrem-me se puderem). Para eliminar este problema foi criado o primeiro programa antivirus denominado Reaper.
No entanto, o termo vírus não seria adotado até 1984, mas estes já existiam bem dantes. O início de tudo deu-se nos laboratórios da Bell Computers. Quatro programadores (H. Douglas Mellory, Robert Morris, Victor Vysottsky e Ken Thompson) desenvolveram um jogo chamado Core Wars, que consistia em ocupar toda a memória RAM da equipe contrária no menor tempo possível.
No início da era da informática, não havia a pretensão de infectar ou roubar informações de usuários com esses aplicativos, mas apenas irritá-los com mensagens ou pequenas alterações no sistema. Além disso, a capacidade do criador era evidenciada quando sua criação obtia sucesso.
Após 1984, os vírus tiveram uma grande expansão, desde os que atacam os setores de boot dos disquetes até os que se anexam num e-mail.
– 1986 – O começo da grande epidemia
Nesse ano foram difundidos os vírus Brain, Bouncing Ball e Maconha e que foram as primeiras espécies representativas de difusão em massa. Estas 3 espécies virais tão só infectavam o setor de boot dos disquetes. Posteriormente apareceram os vírus que infectavam os arquivos com extensão EXE e COM.
– Casino 1991 – Um símbolo da história dos vírus
Um dos vírus mais referentes da história. O vírus ativava-se nos dias 15 de janeiro, 15 de abril e 15 de agosto, mostrando a seguinte mensagem na tela:
Tela com mensagem do vírus Casino
Tela com mensagem do vírus Casino

O vírus apagava a FAT, estrutura básica de qualquer disco DOS que permite encontrar os dados. No entanto, segundo indicava na mensagem, tinha guardado uma cópia de segurança na memória que o usuário podia recuperar se ganhasse a partida. E então iniciava um joguinho do tipo “Slot Machine”. Se conseguíssemos tirar três “L”, podíamos respirar tranqüilos. O vírus restaurava os dados e despedia-se com a seguinte mensagem:
Bastard! you’re lucky this time, but for your own sake, switch off your computer now and dont turn it on until tomorrow!
[Bastardo! Você teve sorte desta vez, mas para seu próprio bem, desligue seu computador e não volte a ligá-lo até amanhã!]
E se não conseguíssemos os três “L”… bem… digamos que essa era a última partida que jogávamos naquele computador.
Apenas em 1999 os códigos maliciosos ganharam a identidade comercial que carregam até hoje, com o Melissa. Já em 2005 surgiu o MyTob, o primeiro com a capacidade de executar softwares sem que o usuário precise realizar alguma ação específica.
De apenas um em 1971, os aplicativos danosos ao computador se multiplicaram para 1.300 na década de 1990. Atualmente não há um número exato, mas calcula-se que existam mais de 200 milhões de tipos de vírus diferentes, espalhados das mais diversas maneiras.
Fonte: sites Tecmundo e Vocesabia.net

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